domingo, 21 de agosto de 2016

Um ménage a trois

    Meu segundo ménage foi bastante interessante. A minha primeira vez foi com um casal muito especial e guardo com muito carinho nos meus pensamentos esse momento maravilhoso (pelo menos para mim).
    A segunda oportunidade foi com um casal jovem, amiga de uma amiga e o 'namorido' dela.  Ela bonita magra, natural, jeitinho meigo que eu gosto muito, cabelos escuros, vou chama-la de Gata. Ele loiro, corpo levemente atlético, totalmente safado, o Tarado.
   Quem me procurou foi a Gata. Anteriormente, ela me viu em uma festa e minha amiga 50 tons (que adora colocar pessoas na minha fita) me apresentou ela e comentou que eu sou bissexual (a Gata também é bissexual) :) E conversamos durante alguns dias.
   Ela combinou de me buscar no trabalho. 
   Quem estava na direção era o Tarado, fui no branco atrás com ela. No caminho, conversa vai conversa vem, Tarado fala que nós duas estávamos acanhadas, que seria legal nos soltarmos, que seria bom um beijo. 
   Eu achei que ela seria do tipo mais soltinha, mas não era. Então eu fiz um carinho no rosto dela e dei um selinho. Esperei ela responder o beijo, fiquei deslizando os lábios no dela. Ela respirou fundo e me beijou. E ai começou a agarração. Sei que não demorou para chegarmos na casa deles (pensei que a gente ia para algum motel/hotel) e eu já tava com o dedo molhado e enterrado na bucetinha da Gata, quando saí do carro vi que o Tarado tava de pau duro. E juro que o volume me deixou um pouco desanimada porque parecia ENORME! (Tenho preferência por paus médios! As experiências que tive com pau grandes, 20 e 22 cm, um me machucou de fazer sangrar um pouco e o outro não me machucou porém me incomodou na hora de fazer anal! E eu ADORO cavalgar e me esfregar em cima de um pau gostoso)
   Eles me deixaram a vontade, fui tomar um banho. Me preparei e segui pro quarto. Deitamos na cama, ele estava falando com alguém no telefone e já estava só de cueca e camiseta. Fiquei alisando um pouco ela, e ela à ele. Pouco antes dele desligar, ela saiu dizendo que ia tomar um banho e iria voltar. 
   Então começou, o Tarado veio para cima de mim. Tirou a blusa, a cueca e abriu a minha toalha. Começou chupando meu seios, mordiscava de leve e soprava. Puta que pariu! Era muito gostoso. Desceu com a língua, e caiu de boca. Sou obrigada a confessar, vish, que oral gostoso, parecia que ele tava beijando, fodendo com a língua, babou minha buceta toda.  
   Minha vez de chupar, fiquei até animada. Chupei até as bolas. Ele quis dar uma forçada na minha garganta e segurar meu cabelo. Dei um tapa na mão dele. Nem o Dono faz isso, um estranho não fará, embora confesso que se o Dono fizer eu vou adorar rsrsrs. Cuspi no meu peito e fiz "espanhola" junto com o boquete. Ele soltou muito pré-gozo. Imagina a cena. 
   Fazia tempo que eu não fazia uma papai e mamãe, por mais clichê que pareça eu adoro. Colocou a camisinha, soltou o peso em cima de mim e socou na minha buceta. Senti um pouco de dor mas sinceramente, dessa vez adorei! Começamos aquele vocabulário bem baixo rs. Geme cachorra pra lá, mete filho da puta pra cá e etc. Me comeu de lado e de quatro. Gozamos. 
   Já tinha me esquecido até da Gata. Deitada ainda perguntei por ela. Ele falou qualquer coisa, então chamei alto pelo nome dela. 
   Ela apareceu, vestindo só uma calcinha e sutiã rosa forte pequenininhos. E aí eu falei: "Agora é a sua vez." Já que ela estava muito passiva na situação, pedi pro Tarado buscar uma cadeira. Falei para Gata: "Não pensa, só segue o chamado do seu corpo"



   Nos beijamos, alisei ela todinha até ela soltar gemidinhos. Abaixei o sutiã porque a verdade é que eu tava louca de vontade de cair de boca nela. Mamei gostoso, suguei o biquinho enquanto passava a mão de leve na buceta dela. Ela soltando uns gemidinhos baixinhos. O Tarado sentado na cadeira vendo a gente. Falei para ela sentar no meu rosto e ficar a vontade. A Gata parece que ficou possuída. Começou a gemer. A pedir para enfiar os dedos. Se esfregou na minha cara toda e gozou na minha boca. Ela virou e começamos um 69 gostoso. Ah 69 <3 a última vez que fiz foi com uma amiga. Gozei de novo. As duas gemendo alto no quarto. E ela não queria soltar minha buceta mais. 
   Foi gostoso. 
   Paramos para comer um lanche e beber uma cerveja. Papeamos e até que o Tarado não era 'escroto' como achei que ele fosse. Certo momento, ele chama a Gata e coloca ela de joelho e sem falar nada ela começa a chupa-lo e eu continuei bebericando minha cerveja e sorrindo. Ela vira e fala: "Você não vem?"
   Dividimos o pau. Ele nos parou e beijamos em trio, ele me beijou, beijou ela, foi um troca troca. E ele nos conduziu novamente ao quarto. 
   Colocou uma almofada na cama. Mandou ela deitar de costas na cama com a bunda apoiada na almofada e mandou deitar por cima e beija-la. As duas arreganhadas para ele. Primeiro foi ela, depois eu. Depois fiquei de quatro chupando ela e ele metendo em mim. Depois ela me chupando e ele fodendo o cu dela.

 Foi um momento muito gostoso. Terminou ele gozando nos meus peitos e ela "limpando".

   Acho que todos deveriam fazer uma ménage na vida. É muito bom. É tão bom que eu fico coagitando até uma relação polígama poliamorosa. Se acontecesse comigo, ah eu não ia relutar. Mas é complicado estar com um, imagina com dois. Limites. O limite é a chave. Cada um tem o seu, e eu prefiro me foder do que ultrapassar os limites dos outros. 
Eu sou tão aberta as coisas, as novidades, que às vezes eu queria me esbofetear. É um saco ser diferente certas horas, eu acho que provavelmente vou ficar ainda muito tempo sozinha. 
   Melhor cortar o assunto, não to em good vibes. 
   Bom, esse foi um relato curto. Confesso que fui  para provar a mim que podia fazer sozinha, quis me dar esse prazer e essa experiência. No início, senti que algo me faltava porque parece que a D/s em nada entrava aí, porque sempre sinto aquele instinto de "faça para seu dono" e o que eu queria provar é que eu estava fazendo unicamente para mim. Mas fiz com autorização dele. E agora, agora eu quero mais. Se posso voar, vou voar. Confesso que ainda sinto falta da sensação de servidão mas o ménage continua sendo irresistivelmente bom.

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