sexta-feira, 28 de abril de 2017

love drought (eu amo bey)


Ten times out of nine, I know you're lying
But nine times outta ten, I know you're trying
So I'm trying to be fair
And you're trying to be there and to care
And you're caught up in your permanent emotions
All the loving I've been giving goes unnoticed
It's just floating in the air, lookie there
Are you aware you're my lifeline, are you tryna kill me
If I wasn't me, would you still feel me?
Like on my worst day?
Or am I not thirsty, enough?
I don't care about the lights or the beams
Spend my life in the dark for the sake of you and me
Only way to go is up, skin thick, too tough


quinta-feira, 27 de abril de 2017

Compreensão

Esqueça os rótulos: BDSM, baunilha ou caralha4. 
Vamos falar de relacionamentos.

Eu ainda, nos meus rompantes de ingenuidade, fico me perguntando se tem algum relacionamento fácil. Que tenha aquelas briguinhas, mas que isso seja algo passageiro. Ou nem isso, porque eu acredito implicar com poucas coisas no meu caso, então acredito que tenha pessoas que sejam assim também.

Eu li uma frase hoje que dizia:
 "Escolha alguém que saiba ceder a uma discussão no momento certo, no amor vence quem sabe perder o orgulho."

É ótimo ter um equilíbrio em um relacionamento. Acho que o ingrediente compreensão é ótimo. Ajuda a fazer você uma pessoa paciente, logo faz você observar melhor as coisas ao seu redor, é um treino em ceder e abrir mão daquele orgulho soberbo. 

Mas o que acontece quando existe uma relação, em que exige-se que um lado seja mais compreensivo do que outro? A concessão tem que ser maior de uma parte. É justo manter uma relação assim? Na minha experiência de vida, que não é muito, mas é intensa e foi vivida de coração aberto, na maior parte das vezes não. Dependendo do quadro, se a outra parte não ceder, vai acabar gerando uma mágoa. Esse tipo de coisa não é sustentável por muito tempo, porque no meu ponto de vista, só amor não sustenta relacionamento nenhum. E alguém pode acabar magoado, a parte que cedeu mais geralmente acaba jogando culpa pra cima de quem "não podia". 
Eu acredito que existem pessoas, como eu, que acreditam podemos aprender com as dores e passar por alguns obstáculos para crescer, as dores que nos fortalecem. Apesar de me sentir quebrada logo após de um relacionamento em que me senti exatamente como descrevia em cima, eu mudei muito. Aprendi que existem dores inúteis e que a razão vai te ensinar que não vale a pena nem passar por isso, não vai deixar de doer, mas não vai ser a dor que não vai te fazer crescer.
Saber o momento de fazer as escolhas e quais delas é primordial.
Eu entendo que o lado que não cede tanto, realmente deva ter seus motivos, se haver um sentimento verdadeiro. Até porque quem realmente sente apreço um pelo outro não quer fazer o outro sofrer, eu acho...

Ainda tem muita gente não sabendo se colocar um no lugar do outro. Eu não quero ser esse tipo de pessoa. Eu rejeito isso, não quero ser egoísta, em nada na minha vida.
Será que é tão difícil olhar o lado bom das pessoas? Engraçado, desde pequena ouço coisas do tipo: Por que vc trata bem fulano? Porque você fala com ciclano?
Por que eu ainda prefiro olhar o melhor das pessoas. Não quero rótulos, não quero me prender às aparências.
Mas hoje em dia, eu só quero sabedoria pra saber a hora de não ceder. De saber o que é melhor pra mim. Se você ceder e ceder e ceder, e não ter um retorno, uma hora isso se quebra.

Com isso, eu concluo dizendo que não adianta ter um relacionamento em que você acha que o outro vai te fazer feliz, que vai ser o que faltava pra sua vida, isso é uma idiotice sem tamanho. Resolva seus problemas consigo próprio.

Um amor é pra somar, não preencher.


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Humilhação, cena pornô de S&M

As subs piram hehehe
Brincadeira, procurando cenas de bdsm pornô que façam meu gosto, achei esse aqui.
Uma sub tendo que olhar outra sub servir ao Dono... 
Já se perguntaram como seria a sensação? Às vezes, eu me pergunto como eu me sentiria e não consigo fazer idéia, quer dizer eu sei que ficaria vidrada olhando, mas como eu me sentiria? Excitada? Um peixe fora d'água? 
Enfim, vale a pena dar uma conferida!


Você gostou do sabor do pau dele nos meus lábios?

domingo, 9 de abril de 2017

Cadela au au

Aquele momento em que você (que é sub) passa pelo Pet Shop e acaba vendo a sessão de coleiras...
Não sabe se fica melhor no cachorrinho ou se fica melhor em você mesmo hehehehe







sexta-feira, 7 de abril de 2017

Aprendi que...

Estava me lembrando de uma frase que li em algum canto: "os dispostos se atraem".
É a mais pura verdade. Quando queremos tentamos até nossas últimas forças, mas é em vão se só uma pessoa quer e a outra não.
Esse texto é de um autor desconhecido e gosto muito dele.
Bom fds a todos!

APRENDI

Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. 

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. 

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando. 

Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. 

Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. 

Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. 

Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. 

Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. 

Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. 

Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. 

Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. 

Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. 

Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. 

Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. 

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. 

Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. 

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. 

Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. 

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.




quinta-feira, 6 de abril de 2017

Alguns indícios do meu masoquismo

O sadomasoquismo sempre foi uma coisa que me intrigou.  Quando penso sobre alguns anos atrás e ainda não entendia, lembro de algunos "sinais" que me faziam prestar um pouco mais atenção.
Eu sabia que eu sentia a dor um pouco diferente dos meus amigos em geral. Nessas brincadeiras estranhas que todos pré adolescentes tem, eu pedia pros meus amigos me morderem. Eram apostas pra quem aguentava mais. Não era pra ficar aquela marquinha dos dentes só não. Era o máximo de força que a pessoa conseguisse usar ou até aonde eu aguentasse. Braços, pescoço, ombros cintura, coxas, costas, no colo dos meus caroçinhos hoje chamados de seios. Era muito divertido e me causava uma sensação diferente. Lembro que eu achava que poderia ser resistência à dor. Mas eu sabia que não. Só não sabia classificar. E tentava disfarçar a minha excitação.
Outra coisa que eu adorava era ser puxada pelos cabelos, mas isso eu só permitia com poucas pessoas, não eram brincadeiras. Eu jogava uma sugestão, fazia uma vez na pessoa que era 'amig*', e acabava virando um tratamento. Era gostoso! Lembro de um colega que vivia fazendo isso comigo, hoje ele já é falecido. Bons tempos!
De vez em quando eu brincava com agulhas. Passava álcool 70 para esterelizar tudo o que fosse usar. Espetava as pontas dos dedos, a palma e sola dos pés, às vezes me arrisca vai em outras partes mas não era frequente pois eu tinha medo e não sabia muito bem porque aquilo parecia estranho. Então não era muito a minha praia.
Quando chegou a fase da descoberta sexual, as coisas  deram um boom. Aí eu queria os tapas, o tal do sexo selvagem (embora eu ainda fosse virgem), nada de "amorzinho".
Eu sempre tive em mente que eu queria minha virgindade 'tomada à força', como um estupro consensual. Eu queria sentir dor, queria ver o sangue, queria ver as marcas, queria me sentir um objeto, e queria gozar assim.
Eu tentei conversar com alguns amigos que tinha, mas ninguém entendia. Só uma! Mas ela tinha um perfil slut, não tanto masoquista.
Com o tempo fui me descobrindo mas só hoje com 20 e poucos anos é que consegui me localizar. A Internet me ajudou muito também.
De vez em quando essas lembranças se fazem mais claras. E aí eu consigo entender melhor sobre mim.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Parte 5: Sobre sentimentos

Eu comecei a entender algo sobre poliamor quando há alguns anos atrás vi o FdD numa "encruzilhada da vida". Eu, ele e ela.
Eu sabia que ele sentia algo por mim, não porque ele dizia que me amava, mas quando eu olhava nos olhos dele, eu via o fogo. Não o fogo do tesão, ou o fogo no rabo kkkkkkkk... é difícil explicar. Quando eu falava o nome dela, eu via o mesmo fogo. E eu amei muito aquele homem, eu dei meu colo para ele chorar por ela. Eu nem consigo me lembrar como conseguia fazer isso. Sei que diversas vezes eu terminei e aconselhava ele a voltar para ela. Os 3 não tinha como rolar.
Eu sentia ciúmes, óbvio. A princípio eu achei que ela iria tomar meu lugar, ou que ela era mais importante ou mais alguma coisa que eu, e se ele gostava a ponto de sofrer por ela, eu podia me retirar pois eu não me envolveria com ele só para ser mais uma, se fosse tesão eu não me assustaria tanto porém, eu sabia que era bem mais além. E eu consegui ficar um tempo afastada, por que nesse quesito eu tento ao máximo ter orgulho, e quem sabe até um pouquinho de soberba para me proteger. Mas aí eu vi ele sofrer por mim e a insistência na procura dele. E virou um balangandã de confusões! Mas serviu muito de aprendizado.
Hoje eu não o amo mais, e por muito tempo eu achei que não fosse amar mais ninguém do jeito que um dia senti, senti que tinha morrido isso em mim, durante uns 3 anos, mas hoje... hoje eu tenho esperança.
Quando você está num relacionamento com alguém e sabe que esse alguém pode acabar interessado em outra pessoa é normal sentir isso tudo. Mas quando você entende que você já tem um "espaço", a perspectiva vai mudando. A gente acaba focando muito na outras relações e esquece as que temos e de como devemos cuidar dessa "plantinha". Se eu tenho tanto carinho por alguém, gosto ou amo, porque eu não vou querer vê-la feliz? Eu quero isso sim!
Eu não estou dizendo que essa verdade é universal, pois é claro que não é, porém eu quero encorajar todos que deixam de fazer algo por medo. A falta dele me trouxe o Dono, uma pessoa tão especial, um homem surpreendente e admirável, e faz meu coração inchar toda vez que penso nele e que não sei como agradece-lo. Se um dia, nós não estivermos mais juntos, sei que eu ainda vou ter esse sentimento para o resto da minha vida.

Meu conceito cresceu mais ainda depois que me relacionei com a Gata e o Tarado. Talvez eu estivesse com eles até hoje se não fosse pelas limitações de aceitação das minhas práticas fora da nossa relação por parte da Gata.
Mas tirando essa parte, eu pude aprender exatamente que se pode ter convivência e respeito e muito carinho quando algo do tipo acontece, e poder receber deles a mesma coisa. E que o ajuste às vezes não é tão fácil assim, mas se houver disposição dá certo. É assim que funciona esse sentimento de "poliamor" para mim.
Hoje em dia, tenho uma namorada que é submissa, e ela tem uma relação com o Dono (o mesmo Dono), e posso dizer que é tranquilo saber disso. Primeiro que eu desejo que os dois estejam satisfeitos e felizes, em todos os sentidos. Não tem muito segredo! É isso, eu só quero ve-los felizes (e de quebra brincar um pouco kkkkk). O Dono hoje já é casado, tem as limitações e eu entendo. Não é super fácil ter que lidar com questões que aparecem, como a questão de tempo ou de não poder fazer alguma coisa como dar uma volta ou de abrir o face e dar uma zapeada, no caso ter que me manter a parte da vida geral dele. Às vezes isso me entristece, afinal eu sou humana, gosto de ter convívio e manter perto as pessoas que tenho afeto. Mas me acalma saber que ele é amado e ama, e que está seguro, vale a pena abrir mão para mim.
Da mesma forma, é com minha loirinha. Nesse caso, ela tem a mim. Somos o casal. Me aperta é não ter mais contato físico com ela, achar que nem sempre ela tenha o suporte emocional que eu acredito que ela precise de mim. Mas eu tento todos os dias demonstrar o quanto ela é importante pra mim (de certa forma estamos num relacionamento fechado, pois ela não lida bem com terceiros e eu não quero forçar nenhuma situação). Quero ela muito bem, comigo ou com quem for.

Eu tenho um problema com relações poli. Não é o danado do ciúmes, embora ele seja o problema mais comum nas demais relações. Mas acredito que com relação à D/s, é algo que tem uma propensão à acontecer mais frequentemente e eu venho aprendendo e tentando dominar isso. Insegurança.
Eu sempre fui ligada no significado das coisas, busco significado de tudo, até dos nomes. Então quando algo é feito(ou não), tenho que aquilo tem valor em alguma coisa, que pode estar transmitindo alguma mensagem. Ou pelo menos algum tipo de impressão aquilo acaba me causando. Mas o pior é pensar em que posição aquilo me coloca.
Não estou falando de relações ocasionais, daquelas brincadeiras que acontecem com terceiros ou algo do tipo, independente de eu participar ou não. Adoro saber, é excitante.
Estou falando das relações já fixa.
Acabo fazendo comparações, não me incomodo saber que aquilo pode ser uma coisa boa para a terceira parte, mas o que aquilo pode significar para mim. Eu sei que ninguém é igual a ninguém, mas na hora que bate aquela coisa, é difícil lembrar. Mas eu não estou fechada para as irmãs que podem aparecer ou amores da minha namorada. Nada como uma boa conversa não ajude!
Então minha dica é tenham paciência, conversem sempre, sejam compreensivos.

É fácil gostar de alguém pelo vazio que ela parece preencher no que nos falta. É fácil você gostar de alguém que não te desagrada e faz exatamente tudo igual a um robôzinho. Fácil gostar de alguém que sacia o nosso egoísmo e carências. Mas não tem nada mais gostoso do que conhecer alguém, descobrir se de convencionalidades e deixar nos conhecer, defeitos e qualidades, diferenças e igualdades. Se encantar, se aborrecer, chorar e sorrir por/com/pra alguém.
Em qualquer relação, seja bdsm ou baunilha, nem tudo é um mar de rosas, mas também não tem que se ser um mar de vendavais.

A mensagem de hoje é:
Se permita!



domingo, 2 de abril de 2017

#MinhaPlaylist Tocando em frente

Essa música do Almir Sater faz meus olhos brilharem de emoção e meu coração inchar.
O som da viola e os acordes e a letra da canção me fazem viajar.
Só ouvindo para entender...