Olááááá, como eu sinto saudades do meu cantinho, vulgo meu blog rs. Tem acontecido muitas coisas na minha vida pessoal, não tem sobrado tempo nem para soltar um peido. E eu to cheia de rascunhos para revisar, mas como falam sobre sentimentos e sensações, estão uma confusão só ( não estou em um bom momento). Enfim, independente do gosto musical, achei alguns clipes que fazem alusão ao BDSM e ao fetichismo. Alguns desses artistas eu gosto, a não ser pelo Jared Letto, não desconfio que eles sejam BDSMers ou fetichistas. E convenhamos, BDSM hoje está rendendo um dinheiro, graças ao 50 tons.
1- O primeiro clipe da lista é Haunted da cantora Beyoncé. Faz parte da trilha sonora de 50 tons de Cinza. Tem uma série de referências a role plays aí. Tem máscaras. Tem uma sissy. Tem mais coisa. Dá um confere abaixo.
2- O segundo da lista vai para Nicki Minaj, com a participação de Drake e Lil Wayne, com o clipe Only.. Tem uma referências com cenas, cativeiro, femdom ( :D ), roupas e outras coisas. Detalhe pro salto alto da Nicki.
3- Alejandro cantado por Lady Gaga (e quem nunca ouviu falar dela?). Eu me lembro a primeira vez que vi esse clipe (sei a coreografia até hoje), e como ele foi super polêmico. Prefiro não comentar. Enjoy!
4- Not Myself Tonight com a Christina Aguilera. Eu tenho quase certeza que esse é o clipe mais BDSM que eu já vi. Desde as cenas, até a vestimenta, coleiras, couro, látex e bondage. Vale a pena conferir!
5- Um dos meus preferidos Hurricane de 30 Seconds to Mars, versão explícita. Esse clipe é totalmente sobre dominação e submissão, sadomasoquismo, tem sobre petplay, tem máscaras, tem roupas, tem um jogo psicológico com os personagens, tem role play aaaaaaaaaahhhh... vejam e apurem seus sentidos visuais.
6- Fade do Kanye West. Na verdade nem dá pra considerar um filme BDSM, só tem uma alusão rápida.
7- Earned It. Também da trilha sonora de 50 tons de cinza. A músiquinha é bem chata... não sei como foi indicado ao Oscar sinceramente. Mas a estética é legal. E esse X no bumbum das meninas só me faz em pensar em "acerte aqui" rs.
Eu seria hipócrita em dizer que nunca quis ter uma D/s 24/7. No mínimo deve ser interessante!
E vez ou outra, fico pensando em algumas prováveis situações que podem acontecer quando você está numa relação desse tipo.
Procurando algumas coisas sobre BDSM, dei de cara com esse vídeo. É um curta, que foi apresentado, ganhando até uns prêmios, seu nome é "LA TABLE" ou "THE TABLE", em português é "A MESA". Esse vídeo é sinceramente é a minha cara! rsrsrsrsrsrs Aquele sorrisinho é de praxe no fim da sessão ;) Confiram abaixo:
BEST FOREIGN SHORT - L.A. Neo-Noir Fims & Scripts Festival 2015
BEST DRAMATIC SHORT - CineKink NYC Festival 2015
BEST LOCAL SHORT & BEST ACTRESS - Mascara & Popcorn Films Festival 2014
SEMI-FINALISTE - JUTRA 2014
Eu queria muuuuuuito fazer uma resenha sobre esse filme. Mas... Eu dormi todas as vezes em que tentei vê-lo. Sério! Tentei em diversos horários e detalhe para o fato de que não estava trabalhando. Tentei durante o dia, tarde e noite. Não sei, eu realmente tava "animada" a ver (em casa é claro). Quando eu tiver algum disturbio do sono já sei o que fazer ;)
Ten times out of nine, I know you're lying But nine times outta ten, I know you're trying So I'm trying to be fair And you're trying to be there and to care And you're caught up in your permanent emotions All the loving I've been giving goes unnoticed It's just floating in the air, lookie there Are you aware you're my lifeline, are you tryna kill me If I wasn't me, would you still feel me? Like on my worst day? Or am I not thirsty, enough? I don't care about the lights or the beams Spend my life in the dark for the sake of you and me Only way to go is up, skin thick, too tough
Esqueça os rótulos: BDSM, baunilha ou caralha4. Vamos falar de relacionamentos. Eu ainda, nos meus rompantes de ingenuidade, fico me perguntando se tem algum relacionamento fácil. Que tenha aquelas briguinhas, mas que isso seja algo passageiro. Ou nem isso, porque eu acredito implicar com poucas coisas no meu caso, então acredito que tenha pessoas que sejam assim também. Eu li uma frase hoje que dizia: "Escolha alguém que saiba ceder a uma discussão no momento certo, no amor vence quem sabe perder o orgulho." É ótimo ter um equilíbrio em um relacionamento. Acho que o ingrediente compreensão é ótimo. Ajuda a fazer você uma pessoa paciente, logo faz você observar melhor as coisas ao seu redor, é um treino em ceder e abrir mão daquele orgulho soberbo. Mas o que acontece quando existe uma relação, em que exige-se que um lado seja mais compreensivo do que outro? A concessão tem que ser maior de uma parte. É justo manter uma relação assim? Na minha experiência de vida, que não é muito, mas é intensa e foi vivida de coração aberto, na maior parte das vezes não. Dependendo do quadro, se a outra parte não ceder, vai acabar gerando uma mágoa. Esse tipo de coisa não é sustentável por muito tempo, porque no meu ponto de vista, só amor não sustenta relacionamento nenhum. E alguém pode acabar magoado, a parte que cedeu mais geralmente acaba jogando culpa pra cima de quem "não podia". Eu acredito que existem pessoas, como eu, que acreditam podemos aprender com as dores e passar por alguns obstáculos para crescer, as dores que nos fortalecem. Apesar de me sentir quebrada logo após de um relacionamento em que me senti exatamente como descrevia em cima, eu mudei muito. Aprendi que existem dores inúteis e que a razão vai te ensinar que não vale a pena nem passar por isso, não vai deixar de doer, mas não vai ser a dor que não vai te fazer crescer. Saber o momento de fazer as escolhas e quais delas é primordial. Eu entendo que o lado que não cede tanto, realmente deva ter seus motivos, se haver um sentimento verdadeiro. Até porque quem realmente sente apreço um pelo outro não quer fazer o outro sofrer, eu acho... Ainda tem muita gente não sabendo se colocar um no lugar do outro. Eu não quero ser esse tipo de pessoa. Eu rejeito isso, não quero ser egoísta, em nada na minha vida. Será que é tão difícil olhar o lado bom das pessoas? Engraçado, desde pequena ouço coisas do tipo: Por que vc trata bem fulano? Porque você fala com ciclano? Por que eu ainda prefiro olhar o melhor das pessoas. Não quero rótulos, não quero me prender às aparências. Mas hoje em dia, eu só quero sabedoria pra saber a hora de não ceder. De saber o que é melhor pra mim. Se você ceder e ceder e ceder, e não ter um retorno, uma hora isso se quebra. Com isso, eu concluo dizendo que não adianta ter um relacionamento em que você acha que o outro vai te fazer feliz, que vai ser o que faltava pra sua vida, isso é uma idiotice sem tamanho. Resolva seus problemas consigo próprio. Um amor é pra somar, não preencher.
Brincadeira, procurando cenas de bdsm pornô que façam meu gosto, achei esse aqui.
Uma sub tendo que olhar outra sub servir ao Dono...
Já se perguntaram como seria a sensação? Às vezes, eu me pergunto como eu me sentiria e não consigo fazer idéia, quer dizer eu sei que ficaria vidrada olhando, mas como eu me sentiria? Excitada? Um peixe fora d'água?
Aquele momento em que você (que é sub) passa pelo Pet Shop e acaba vendo a sessão de coleiras...
Não sabe se fica melhor no cachorrinho ou se fica melhor em você mesmo hehehehe
Estava me lembrando de uma frase que li em algum canto: "os dispostos se atraem".
É a mais pura verdade. Quando queremos tentamos até nossas últimas forças, mas é em vão se só uma pessoa quer e a outra não.
Esse texto é de um autor desconhecido e gosto muito dele.
Bom fds a todos!
APRENDI
Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto.
Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las.
Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.
Eu aprendi... Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.
Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.
Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso.
Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.
Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.
Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.
Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso.
Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.
Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem.
Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida.
Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.
Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio.
Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.
Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.
Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.
O sadomasoquismo sempre foi uma coisa que me intrigou. Quando penso sobre alguns anos atrás e ainda não entendia, lembro de algunos "sinais" que me faziam prestar um pouco mais atenção.
Eu sabia que eu sentia a dor um pouco diferente dos meus amigos em geral. Nessas brincadeiras estranhas que todos pré adolescentes tem, eu pedia pros meus amigos me morderem. Eram apostas pra quem aguentava mais. Não era pra ficar aquela marquinha dos dentes só não. Era o máximo de força que a pessoa conseguisse usar ou até aonde eu aguentasse. Braços, pescoço, ombros cintura, coxas, costas, no colo dos meus caroçinhos hoje chamados de seios. Era muito divertido e me causava uma sensação diferente. Lembro que eu achava que poderia ser resistência à dor. Mas eu sabia que não. Só não sabia classificar. E tentava disfarçar a minha excitação.
Outra coisa que eu adorava era ser puxada pelos cabelos, mas isso eu só permitia com poucas pessoas, não eram brincadeiras. Eu jogava uma sugestão, fazia uma vez na pessoa que era 'amig*', e acabava virando um tratamento. Era gostoso! Lembro de um colega que vivia fazendo isso comigo, hoje ele já é falecido. Bons tempos!
De vez em quando eu brincava com agulhas. Passava álcool 70 para esterelizar tudo o que fosse usar. Espetava as pontas dos dedos, a palma e sola dos pés, às vezes me arrisca vai em outras partes mas não era frequente pois eu tinha medo e não sabia muito bem porque aquilo parecia estranho. Então não era muito a minha praia.
Quando chegou a fase da descoberta sexual, as coisas deram um boom. Aí eu queria os tapas, o tal do sexo selvagem (embora eu ainda fosse virgem), nada de "amorzinho".
Eu sempre tive em mente que eu queria minha virgindade 'tomada à força', como um estupro consensual. Eu queria sentir dor, queria ver o sangue, queria ver as marcas, queria me sentir um objeto, e queria gozar assim.
Eu tentei conversar com alguns amigos que tinha, mas ninguém entendia. Só uma! Mas ela tinha um perfil slut, não tanto masoquista.
Com o tempo fui me descobrindo mas só hoje com 20 e poucos anos é que consegui me localizar. A Internet me ajudou muito também.
De vez em quando essas lembranças se fazem mais claras. E aí eu consigo entender melhor sobre mim.
Eu comecei a entender algo sobre poliamor quando há alguns anos atrás vi o FdD numa "encruzilhada da vida". Eu, ele e ela.
Eu sabia que ele sentia algo por mim, não porque ele dizia que me amava, mas quando eu olhava nos olhos dele, eu via o fogo. Não o fogo do tesão, ou o fogo no rabo kkkkkkkk... é difícil explicar. Quando eu falava o nome dela, eu via o mesmo fogo. E eu amei muito aquele homem, eu dei meu colo para ele chorar por ela. Eu nem consigo me lembrar como conseguia fazer isso. Sei que diversas vezes eu terminei e aconselhava ele a voltar para ela. Os 3 não tinha como rolar.
Eu sentia ciúmes, óbvio. A princípio eu achei que ela iria tomar meu lugar, ou que ela era mais importante ou mais alguma coisa que eu, e se ele gostava a ponto de sofrer por ela, eu podia me retirar pois eu não me envolveria com ele só para ser mais uma, se fosse tesão eu não me assustaria tanto porém, eu sabia que era bem mais além. E eu consegui ficar um tempo afastada, por que nesse quesito eu tento ao máximo ter orgulho, e quem sabe até um pouquinho de soberba para me proteger. Mas aí eu vi ele sofrer por mim e a insistência na procura dele. E virou um balangandã de confusões! Mas serviu muito de aprendizado.
Hoje eu não o amo mais, e por muito tempo eu achei que não fosse amar mais ninguém do jeito que um dia senti, senti que tinha morrido isso em mim, durante uns 3 anos, mas hoje... hoje eu tenho esperança.
Quando você está num relacionamento com alguém e sabe que esse alguém pode acabar interessado em outra pessoa é normal sentir isso tudo. Mas quando você entende que você já tem um "espaço", a perspectiva vai mudando. A gente acaba focando muito na outras relações e esquece as que temos e de como devemos cuidar dessa "plantinha". Se eu tenho tanto carinho por alguém, gosto ou amo, porque eu não vou querer vê-la feliz? Eu quero isso sim!
Eu não estou dizendo que essa verdade é universal, pois é claro que não é, porém eu quero encorajar todos que deixam de fazer algo por medo. A falta dele me trouxe o Dono, uma pessoa tão especial, um homem surpreendente e admirável, e faz meu coração inchar toda vez que penso nele e que não sei como agradece-lo. Se um dia, nós não estivermos mais juntos, sei que eu ainda vou ter esse sentimento para o resto da minha vida.
Meu conceito cresceu mais ainda depois que me relacionei com a Gata e o Tarado. Talvez eu estivesse com eles até hoje se não fosse pelas limitações de aceitação das minhas práticas fora da nossa relação por parte da Gata.
Mas tirando essa parte, eu pude aprender exatamente que se pode ter convivência e respeito e muito carinho quando algo do tipo acontece, e poder receber deles a mesma coisa. E que o ajuste às vezes não é tão fácil assim, mas se houver disposição dá certo. É assim que funciona esse sentimento de "poliamor" para mim.
Hoje em dia, tenho uma namorada que é submissa, e ela tem uma relação com o Dono (o mesmo Dono), e posso dizer que é tranquilo saber disso. Primeiro que eu desejo que os dois estejam satisfeitos e felizes, em todos os sentidos. Não tem muito segredo! É isso, eu só quero ve-los felizes (e de quebra brincar um pouco kkkkk). O Dono hoje já é casado, tem as limitações e eu entendo. Não é super fácil ter que lidar com questões que aparecem, como a questão de tempo ou de não poder fazer alguma coisa como dar uma volta ou de abrir o face e dar uma zapeada, no caso ter que me manter a parte da vida geral dele. Às vezes isso me entristece, afinal eu sou humana, gosto de ter convívio e manter perto as pessoas que tenho afeto. Mas me acalma saber que ele é amado e ama, e que está seguro, vale a pena abrir mão para mim.
Da mesma forma, é com minha loirinha. Nesse caso, ela tem a mim. Somos o casal. Me aperta é não ter mais contato físico com ela, achar que nem sempre ela tenha o suporte emocional que eu acredito que ela precise de mim. Mas eu tento todos os dias demonstrar o quanto ela é importante pra mim (de certa forma estamos num relacionamento fechado, pois ela não lida bem com terceiros e eu não quero forçar nenhuma situação). Quero ela muito bem, comigo ou com quem for.
Eu tenho um problema com relações poli. Não é o danado do ciúmes, embora ele seja o problema mais comum nas demais relações. Mas acredito que com relação à D/s, é algo que tem uma propensão à acontecer mais frequentemente e eu venho aprendendo e tentando dominar isso. Insegurança.
Eu sempre fui ligada no significado das coisas, busco significado de tudo, até dos nomes. Então quando algo é feito(ou não), tenho que aquilo tem valor em alguma coisa, que pode estar transmitindo alguma mensagem. Ou pelo menos algum tipo de impressão aquilo acaba me causando. Mas o pior é pensar em que posição aquilo me coloca.
Não estou falando de relações ocasionais, daquelas brincadeiras que acontecem com terceiros ou algo do tipo, independente de eu participar ou não. Adoro saber, é excitante.
Estou falando das relações já fixa.
Acabo fazendo comparações, não me incomodo saber que aquilo pode ser uma coisa boa para a terceira parte, mas o que aquilo pode significar para mim. Eu sei que ninguém é igual a ninguém, mas na hora que bate aquela coisa, é difícil lembrar. Mas eu não estou fechada para as irmãs que podem aparecer ou amores da minha namorada. Nada como uma boa conversa não ajude!
Então minha dica é tenham paciência, conversem sempre, sejam compreensivos.
É fácil gostar de alguém pelo vazio que ela parece preencher no que nos falta. É fácil você gostar de alguém que não te desagrada e faz exatamente tudo igual a um robôzinho. Fácil gostar de alguém que sacia o nosso egoísmo e carências. Mas não tem nada mais gostoso do que conhecer alguém, descobrir se de convencionalidades e deixar nos conhecer, defeitos e qualidades, diferenças e igualdades. Se encantar, se aborrecer, chorar e sorrir por/com/pra alguém.
Em qualquer relação, seja bdsm ou baunilha, nem tudo é um mar de rosas, mas também não tem que se ser um mar de vendavais.
Essa música do Almir Sater faz meus olhos brilharem de emoção e meu coração inchar.
O som da viola e os acordes e a letra da canção me fazem viajar.
Só ouvindo para entender...
Gosto do George Michael desde pequena. Tinha um DVD de sucessos dele que minha mãe jogou fora -.-'
Essa música é Fast Love e a original é um tom balada. Quem interpreta abaixo é a Adele em tributo. Me conquistou essa versão também.
Enjoy!
Looking for some education Made my way into the night All that bullshit conversation Well, baby, can't you read the signs?
I won't bore you with the details, baby I don't even want to waste your time Let's just say that maybe You could help to ease my mind Baby, I ain't Mr. Right
But if you're looking for fast love If that's love in your eyes It's more than enough Had some bad love So fastlove is all that I've got on my mind Oh, yeah yeah What's there to think about, baby?
Looking for some affirmation Made my way into the sun My friends got their ladies They're all having babies But I just want to have some fun
I won't bore you with the details, baby Gonna get there in your own sweet time Let's just say that maybe You could help to ease my mind Baby, I ain't Mr. Right
But if you're looking for fast love If that's love in your eyes It's more than enough Had some bad love So fast love it's all that I've got on my mind
What's there to think about, baby? Get yourself some lessons in love
In the absence of security I made my way into the night Stupid cupid keeps on calling me But I see nothing in his eyes I miss my baby, oh yeah I miss my baby tonight So why don't we make a little room in my BMW, babe? Searching for some peace of mind Hey, I'll help you find it I do believe that we are practicing the same religion You really ought to get up now, that's right You really ought to get up now
Tenho sentido falta de escrever algo aqui com propriedade, mas a demanda de coisas a fazer e coisas em minha cabeça.. puts tem tirado minha inspiração e meu tempo.
Então hoje estive pensando em algumas coisas por quais já passei.
Quantas vezes nessa jornada de descoberta BDSM, algum praticante pensou que não gostaria de ser assim?
Não gostaria de sentir prazer desse jeito.
Não queria sentir esse desejo.
Não queria sentir essa necessidade.
Não queria ter a mente aberta.
Não queria saber amar mais de um.
Não queria ter curiosidade.
Não queria ser inconformado.
Não queria ver as coisas de forma diferente da maioria das pessoas.
Quem não?
E eu vejo essa descoberta exatamente como o nascimento de um bebê.
Ele se estranha nesse mundo, ele chora, mas ele existe. E ele cresce, aprende e se desenvolve.
Ainda me vejo querendo ser mais quadrada, me conformando com o que a maioria das pessoas gostam. Eu sou uma combinação de perversões. Pervertida. Se ainda fosse só a submissão... mas não é só isso.
Eu me sinto irremediavelmente mudada. Não sei se conseguirei algum dia mudar as coisas que descobri sobre mim.
Voltar atrás.
E eu resolvi abraçar meus demônios. Cada pedaço desconcertante do meu ser.
Pergunto se ainda vou achar um equilíbrio dentro de mim.
Eu sei que tem muita gente que ainda vive as mesmas questões que eu. Talvez elas persistam por uma vida. Ficam no 2V do Bdsm, Vai e Volta.
Até porque nem sempre é fácil aceitar os nossos próprios demônios. É muito mais fácil lidar com os dos outros. Comprovadamente vivido.
A gente sempre paga um preço por nossas escolhas. No meu caso, eu não posso ao menos me arrepender. Eu tive muito tempo para pensar, o direito do não, muitas opções...
É certo que sobre algumas coisas ainda me pergunto o que é meu em mim ou o que é do Dono em mim. Aonde eu começo e ele termina.
Independente disso, eu sei o que me dá prazer. Eu sei o que eu estou aberta. Importa a diferença?
Eu já estou achada. Engana-se quem inventou esse termo " tá perdido". Eu me achei, eu achei essa louca profana dentro de mim. Me tornei refém de quem eu sou e eu não me contento menos que isso. Nunca irei.
Mas ainda que me sinta frágil, sei que sou corajosa. Então, meu conselho é não pare. A dor é a face oposta em que o prazer se coloca mas ambos se fazem um.
Uma vez que você viver, nunca mais vai ser o mesmo.
Eu já postei algumas músicas aqui anteriormente. Vou fazer uma postagens fixa para vocês ouvirem um pouco do que eu gosto e das músicas que me atraem porque meus gosto é muito variado. E a música de hoje é da Cássia Fucking Ellen. E essa música me faz lembrar alguém muito especial... Minha namorada. Bom domingo!
Quem nunca transou no carro?
Eu já, muitas. Já perdi a conta, foram realmente muitas. Acho que esse foi um dos meus primeiros fetiches assumidos.
Aí aí, ainda me lembro da primeira vez, naquela noite, dolorida e gostosa, eu nem imaginava...
É incrível que se você manter a calma e relaxar com certas coisas que você não está entendendo, com o tempo vai ficando claro o motivo de certas atitudes. E o que o efeito borboleta tem sempre origem.
Eu me fazia uma pergunta há algum tempo. E isso de vez em quando ficava me espezinhando.
Esses dias tive um insight. Descobri uma razão para um motivo que era oculto, prefiria que não tivesse chegado a obvidade da situação.
Um deslize meu, que poderia ter sido mencionado, gerou duas coisas. Uma foi o não prosseguimento e a outra foi a limitação da outra.
E aí até o motivo desse "motivo" ter ficado oculto eu entendi. O motivo me fez sentir diminuída.
Se eu tiver que passar por isso, provável que me sentirei pior. E só me faz mostrar que apesar dos pesares, pra ter certas coisas temos que abrir mão de outras.
Mas vale a pena?
Se um cubo não se encaixa em losango,por que tentamos?
Um dia a razão chega ate nós... Ela sempre chega.
Por esses dias minha cabeça tem girado muito em torno da submissão. Sei que existem diversos motivos por qual as pessoas se submetem.
Essa onda de livros eróticos que pintam o BDSM de forma romanceada, bonita "all the time", decepciona muita gente que chega pensando que vai ser uma Anastacia do 50tons ou encontrar o paraíso das perversões sexuais.
Não foi o meu caso, eu já sabia. Já tinha lido, pesquisado e visto. Mas estar na pele é algo que você pode até imaginar, mas vai sentir além da sua projeção.
Eu sei que nem todos são iguais. É e foi e será muito fácil servir alguém no âmbito sexual.
É muito mais fácil usar o que é concreto, estimulável e menos trabalhoso; usar o corpo. Não precisa usar o psiquê e exige se o mínimo de inteligencia. É, encare o fato, somos animais. Mulher ou homem.
Talvez sim, em maioria, o motivo inicial seja o prazer. Orgasmo, o próprio ato sexual, aquele prazer da satisfação pessoal e o prazer da realização.
Mas submeter-se à alguém é diferente. Se fosse assim, submissão por fetiche, me sentiria dominada por qualquer pessoa que me comesse "com força" e seria algo um tanto... vazio? Não sei. Não seria uma relação de Dominação e submissão, no meu ponto de vista, pelo menos não de forma plena. Alguém ou algo desperta esse desejo?
E eu me perguntei por que eu me submeti a este homem (o Dono)? Por que eu espero? Por que eu faço o que eu faço?
Você submissa já se fez essa pergunta? Pergunto àquelas que tem que abrir mão de coisas um pouquinho mais difíceis pra servir o Dono, aquele Dono especificamente.
Sexo é fácil, estou falando de mais que isso.
Tantas coisas já se passaram pela minha cabeça ao decorrer desses meses.
É um jogo. Um jogo perigoso sim.
Eu vi uma cena em um filme, talvez seja uma estúpida comparação, mas que me conectou aquele momento. A cena do filme "Esquadrão Suicida" em que o Coringa pergunta para Harley se ela viveria e morreria por ele e ela responde que sim, olhos como se ele fosse o mundo dela, totalmente entregue, e ela simplesmente se joga de um lugar alto num tanque de ácido por ele, sem pensar duas vezes, plena satisfeita. Sem questionar. Ela escolhe.
(Ela ainda usa uma coleira enorme escrito PUDDIM durante o filme, que é o apelido que ela deu para ele *.*)
Olhando assim, eu realmente acho a comparação meio infantil. Mas é exatamente assim que eu me sinto. É tão automático, é tão natural que assusta às vezes.
Quando eu estou com ele, o resto apaga para mim. Eu não vejo o resto e não sinto o resto do mundo, só Ele... o Dono.
Eu não me conhecia a esse ponto. E eu às vezes tenho medo. Não do meu Dono, eu confio nele. Mas eu fico pensando sobre mim.
Acho que uma qualidade que toda submissa precisa ter é "adaptar-se" à vida do seu Dono. Mas tem que haver um limite. Às vezes nem é tão difícil dependendo do Dono que você escolheu. E eu confesso que às vezes me vejo planejando viver de forma que nossa relação dure cada vez mais, abrindo mão de coisas que eu planejei e quero pra minha vida (e com o sorriso mais idiota no rosto).
De forma sincera e de coração, eu não me submeti porque me apaixonei rapidamente e esse tipo de blablabla que eu vejo falando, embora me me peguei diversaseu vezes com essa visão apaixonada em específicos momentos.
Eu gosto do jogo profano que foi montado. Eu fui a ratinha acuada pela serpente e eu gostei do que vi. Eu sabia que eu era a ratinha e eu amei. Foi interesse, foi prazer, tão "decandente" profano.
E então eu conheci o Homem. Eu amei cada aspecto dele (não referente à paixão, amor, coração e essas coisas), eu amei cada aspecto bom e cada aspecto ruim, até quando odeio eu adoro. A sinceridade e a verdade nele dele me prenderam de primeira. Por isso também continuei. Ele fala a verdade independente de doer ou não. Minha confiança só aumenta. E por que eu não faria coisas por quem eu não confio? Até o chão dele, eu lamberia, se ele mandasse.
E Ele me fez sentir, me descobrir, me libertar. Me encaminhou exatamente porque quis.
E me usa. E tem a capacidade de me "machucar". E me mostra exatamente isso. Ele dá as cartas. Ele controla.
E tem tantas outras coisas. Ao mesmo tempo é tão sereno, tão centrado, certo e nunca se abala.
Cada atitude é real, é" escolhida". Saber disso é um orgasmo mental. Ele tem esse poder.
Enquanto ele me quiser, serei dele. Eu escolhi isso.
Pandora, meu delicioso alter-ego. Pandora, Pandora, Pandora.
Isso não por que sou a Pandora do Dono, essa é a Pandora Submissa.
Agora eu me vejo completamente apaixonada, eu confesso que fiquei meio decepcionada em ter que assumir isso pra mim mesma. Eu gostaria de manter só a base do "envolvidos". Mas aceitei isso. Acho que em nada muda a apaixonite que tenho por Ele. Só dá um gosto diferente. Porque essa submissão é toda dele. O Dominador.
E cada felling bom ou ruim é prazeroso, vai entender.
Vale tão a pena.
Meu conselho é busque sempre a razão da submissão. Se começar pelo prazer já é um ótimo passo. Mas se caso se tornar prazer com algo mais (e não to falando de amor, to falando de algo beeem diferente e poderoso) aí sim se prepara que o jogo realmente começou o jogo. E isso é delicioso.
Eu tenho uma blusa. Um cropped branco de paêtes, com uma abertura perfeita nas costas. Não é apertado, não é largo. Tem a medida certa.
Eu usei 2 vezes esse cropped. Eu comprei pois simplesmente "amei", independente do preço. Uma vez eu emprestei à uma amiga quem confio muito e cuidou bem, mas pedi que me devolvesse assim que usasse, com pressa.
E eu abro meu guarda roupa e sempre o vejo lá, disponível, pronto para uso. Sei que na mão de outro alguém, ele iria ser de melhor ou maior uso. Fica lindo no corpo, sensual. Fica bem na foto. Tem ótima qualidade.
Eu gosto tanto assim do meu cropped?
Sei que não quero da-lo a ninguém, mas eu deveria por que alguém realmente pode usar melhor?
Eu sei o valor dele. Mas não é pelo valor é?
É valorização? É possessividade? É a oportunidade da hora certa? É egoísmo? Ou simplesmente burrice?
O que meu cropped faria se fosse gente?
Será que ele sairia correndo do meu guarda roupa?
Eu tenho apreço pelo meu cropped ainda que não pareça. Será que isso é realmente verdade? Só porque eu julgo estar conservando da forma correta.
Eu guardo por conservação? Sério mesmo?
Acho que eu não sou a dona certa.
Daqui um tempo, os fatores naturais vão desgastar meu cropped. A fibra do pano dele vai relaxar, o branco vai amarelar com o tempo, os paêtes vão acabar se soltando.
Mas isso tudo vai ser só um reflexo do que eu fiz. Ou o que deixei de fazer.
Parece engraçado esse devaneio louco sobre um cropped. A verdade é que eu quero despertar um sentimento em você que está lendo de valorizar o que você tem.
Falar é muito bom, falar que valoriza, falar que ama, falar que é importante. Mas se o tempo passar e passar, só vão ser exatamente isso: palavras.
E fazemos o que eu faço o tempo todo com meu cropped, com pessoas e com projetos importantes. E até com nós mesmos!
Eu escrevo isso mais para mim, do que pra você quem lê. A gente não valoriza as pessoas como devemos, não demonstramos da forma certa, não conservamos da forma certa. Às vezes guardar não é dar valor.
Bora pensar. Isso não se encaixa só em bdsm ou só em baunilha. São valores de vida.