segunda-feira, 18 de julho de 2016

Princesa do BDSM (BDSM's Princess)

Estes dias tenho estado inquieta.
Inquieta pois meu Dono está viajando e eu estou neste momento aqui trabalhando e pensando um milhão de sacanagens que eu gostaria de estar fazendo. E apesar de ele dar permissão para relação sexual baunilha, nem quero tentar, embora ás vezes me sinto tão necessitada que considero a ligar para o meu PA (Pau Amigo) e dar um trato temporário. A verdade é que eu queria que meu Dono fizesse isso. A necessidade que eu sinto é algo que só ele consegue suprir...
A minha servidão, minha humilhação, ser espancada por ele. Nossa!!! Chego a querer chorar de desejo.
Na tentativa de atenuar esses desejos violentos, tenho pesquisado muito sobre alguns livros e filmes do tema. E eis que cai em meu colinho essa fofura.

O Despertar da Bela Adormecida


The Claimming of Beauty (O despertar da Bela Adormecida em português) é um livro escrito pela Anne Rice (mesma autora de Entrevista com Vampiro e Rainha dos Condenados). Ela usou um pseudônimo para escrever esse livro na época.
Em resumo, o primeiro livro desta trilogia (Os Desejos de Bela Adormecida) conta a história a partir do momento em que o Príncipe a desperta de seu encanto de 100 anos dormindo. Mas ao invés de lhe dar um beijo, ele tira a virgindade dela que ainda dormia. E aí as coisas começam a ficar interessante. 
Esqueça as histórias da Disney ou da forma romantizada que você já viu ou leu ou ouviu (meu caso, porque nunca fui chegada muito nessas historinhas águas com açúcar).
Ele vai humilhar, expor ela, espancar e tudo o que você não vai imaginar. Eu to amando! Fico me imaginando no lugar dela. 
Não perca tempo com 50 tons, se você quer ter uma noção de Sadismo Hard/Dominação e Submissão de uma forma bem nítida e crua. Leia este livro. 
Em breve vou ter o meu em mãos, não aguentei a ansiedade e baixei o pdf. Estou no primeiro livro. Assim que terminar o segundo faço uma resenha.



sábado, 16 de julho de 2016

Eu quero te foder (I wanna fuck you)

Eu quero te foder. Essa é a melhor declaração de amor que eu posso te oferecer, porque não há nada mais amoroso que dizer a quem se ama: eu quero te foder. Foda-se o moralismo, foda-se o romantismo, foda-se o clichê, o ético, o convencional… me perdoem os ultrarromânticos… amor pra mim é essa vontade que eu tenho de te foder pela casa inteira e em outros tantos lugares que esse mundo vasto pode oferecer a dois amantes depravados. Eu sei, eu poderia dizer que te amo, mas se eu dissesse apenas isso, você não saberia o quanto eu quero te foder. Porra, se eu te chamo de vadia, vagabunda, cachorra, puta… Tô dizendo que te foderia a vida toda sem perder o puto tesão que eu sinto todas as vezes que você me provoca rebolando na minha cara. Eu quero te foder, quero entrar fundo no teu corpo, porque além de ser a forma mais sincera que eu encontrei de demonstrar meu amor, essa também é a maneira mais profunda de encostar minha alma na tua. 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Spanking com carinho




Uma das minhas práticas preferidas...
Spanking significa espancamento/palmada, e a sua prática se dá por aplicar as mesmas. Pode se utilizar instrumentos ou acessórios para a melhor aplicação: chicotes, canes, chibatas,  cintos, palmatórias, ou algo improvisado como até um chinelo.
Não é sair batendo. Procure no Google "Spanking com Responsabilidade". Tem que saber aplicar, os lugares certos, em que momento aplicar etc.
Antes de me tornar uma submissa convicta, já pedia ao FdD para me bater, sempre no bumbum e no rosto. Ele nunca dava a medida que eu pedia, só deu uma única vez, e eu sempre pedia mais.
Hoje em dia,  com o meu Dono , em todas as sessões que tive, essa prática foi aplicada. Eu sou meia suspeita para dizer. Fico ansiosa quando ouço o flip da chibata no ar e logo sinto aquela dor que se espalha e vai transformando em algo doce e vibrante no meu corpo. Felling amazing. E quando eu vou embora ficam os sinais. Eu gosto das marcas que o meu Dono deixa no meu corpo. Eu olho e minha mente logo me leva aos momentos em que aquela marca foi feita. 
A sensação de saber que aquela marca ali é a marca do dono na sua propriedade é uma sensação prazerosa enorme. Tá pensando que eu tenho vergonha de colocar uma roupa mais curta e mostrar? Não mesmo! E de ir na praia? Demorou, lalala laoh *Inês Brasil verbs*
Parece que eu nunca apanho suficiente, e às vezes sinto vontade de apanhar até chorar. Coisa que nunca aconteceu, no máximo choramingo. 
Cabe ao Top ser controlado e responsável. Saber interromper a prática quando você vê que o bottom: ou não aguenta e pede para interromper, ou sente aquele masoca vibes de sair da sessão arrebentado.
Vocês podem sim, aumentar a resistência se for do interesse ou acordo de ambos. Se houver controle e respeito é uma prática super segura.

E eu adoro !

Entre meninas: Bissexualidade

Sem delongas vou contar como descobri minha sexualidade. Com uns 14 anos comecei a olhar para outras moças.

Na verdade, acredito que eu já começava a olhar nos próprios filmes pornôs. Lembro do primeiro pornô lésbico que vi. Eram duas mulheres, uma na casa dos 27 anos e uma milf na casa de 45 anos. Lindas e loiras. Ai que tesão. Elas estavam se pegando na caçamba de uma picape. E a minha amiga, Dona Curiosidade, resolveu me perturbar.
Na minha escola havia uma menina mais velha na sala, acho que ela tinha uns 17 anos. E já era assumidamente bissexual. E começou a me paquerar. Me chamava pra dormir na casa dela. Dizia que eu era muito lindinha. Não cheguei a ficar com ela. Fiquei com a amiga dela. E sim, a Fabi foi o primeiro oral que eu fiz, nem conhecia pau na época. Fui conhecer logo uma buceta kkkkkkkk
The cherry taste hum...


Conforme eu fui crescendo, não me forçava a ficar escolhendo entre meninas e meninos. Foi acontecendo. E apesar de saber que, em maioria, fico mais com caras, há momentos que eu não sei escolher. Tem um perfil de mulher me que atrai mais, eu prefiro mulher feminina mesmo. Não sou chegada em mulheres masculinizadas apesar de já ter ficado com algumas. É porque se eu estou com mulher, quero uma completa sabe? Se eu quiser um homem, fico com um.
Conheci uma amiguinha, e também fico com ela. Meu compromisso é com o Dono, mas ele acha bom a bissexualidade. Aliás, ele adora mulheres bi. De vez em quando, essa amiguinha tem dado ataques de ciúmes. O engraçado é que ela também é bi e adora um pau. Mas tá apegada a mim! Relacionamentos e mulheres tsc tsc
Quem ler o blog, provavelmente vai me achar uma devassa sem controle. Mas a verdade é que eu sou muito reservada. Não sou vulgar. Tenho um piercing no umbigo e quase ninguém nunca viu. Minha família é cristã. Só que as minhas preferências foram algo que foram vindo comigo. Eu não tenho vergonha mas não quero sair gritando  por ai coisas que as pessoas em geral não entendem.
Saber separar as coisas é muito importante.

Entrando no BDSM

Não faz muito tempo em que assumi como submissa, digo ter consciência desse fato.
Para quem não sabe BDSM é um acrônimo de BD – Bondage (Arte em Imobilizar) e Disciplina / DS – (Dominação e Submissão) / SM – Sadismo e Masoquismo. São pessoas que se relacionam à base destes. Nem sempre um está ligado ao outro mas pode  haver ligação. Não é complicado, ou eu pelo menos não vejo algo para se complicar. Não vou me tornar enfadonha e explicar timtim por timtim pois na internet há muito conteúdo bom e com clareza de explicação. (Você não precisa ver 50 Tons)
O que me fez chegar realmente aí é um pouco longo. Mas senta aí que você vai me entender.
Tem tudo a ver com a história da minha sexualidade. Vou focar no ponto em que tive o meu primeiro relacionamento sério aos 16-17 anos. E vou chamar meu ex de Filho do Diabo (à frente vocês vão entender). Pois bem, perdi a virgindade com o Filho do Diabo pois ele preenchia cada requisito que eu queria. Um homem mais velho, com jeito de macho, experiente e que fosse interessante. Porém, a  característica mais importante, e que naquela época eu ainda não sabia definir, um homem aparentemente dominante. Eu era louca para me sentir subjugada às vontades de um homem, isso me dava um tesão do caralho. O FdD, obviamente, não era um Dominador. Nem perto disso. Mas eu sabia que ele era violento, já tinha me contado algumas histórias. E a “violência” sempre foi algo que me atraiu.
Antes de tudo, BDSM não é violento. Na época, eu não tinha a concepção e ainda não conhecia o BDSM como hoje. Conforme eu ia descobrindo o sexo no ato em si, alguns instintos iam aflorando em mim. Eu sentia prazer extremo quando ele me xingava; quando ele me mandava fazer coisas no sexo, “vish!!!” eu corria para fazer; quanto mais bruto ele me tratava na cama, mais eu gozava, sempre pedia para ele me bater. Começou no sexo, e foi tomando conta da minha vida. Eu queria agradar ele em todo tempo. Sempre tava disponível para sexo e provocava ele. Pedia a opinião dele para tudo e quando eu percebia alguma intenção eu já me antecipava a cumprir. O que ele dizia era lei para mim. De comida à sexo, eu queria saber e fazia. Se ele não gostava de alguém, eu parava de andar com a pessoa. Se ele queria uma amiga, eu estava ali. Se ele queria uma puta para comer de todos os modos, eu estava ali. Se ele estava furioso e queria descontar em mim, infelizmente estava ali. Engraçado, ele não era dominador. Era só um cara inseguro e hiper machista mesmo. Hoje eu consigo notar.
Como era de se esperar esse relacionamento não deu nada certo e quase acaba em tragédia por diferenças irreconciliáveis. Durou uns 2 anos e pouco. Eu fui apaixonada por ele mas acabou.
E depois disso, em 2 anos, juro que abri meu coração e minha amiguinha entre as pernas também para certos caras… uns mais novos, outros mais velhos, negros e brancos. 
Mas eu sempre enjoava dos caras. O sexo sempre parecia que era sem graça, algo mecânico. O problema não era os caras, era eu mesma.


Tentei a última vez um relacionamento convencional com um cara que insistiu muito. E foi o cúmulo. Resolvi sair da zona de conforto. E depois de tanto tanto pesquisar, e até hoje pesquiso, achei o Dono.
Na verdade, quando achei o Dono, que tem sido um Mestre a me ensinar a realidade BDSM. Conheci ele através do site que ele tem, fiz um comentário pedindo aconselhamentos.  Ele é um cara muito inteligente e já está no meio há 17 anos, só vivendo de relações BDSM’s. Eu estava inquieta, conhecendo pessoas praticantes e com experiências para me darem uns toques. Louca por informação. As coisas meio que foram acontecendo.
E tenho sido muito feliz em ter o prazer de servi-lo. Ele tem me moldado e mostrado que a Pandora está aqui. E eu a vejo, respiro ela.
Eu acredito que sou sim uma submissa de alma. O povo da nossa comunidade tem essa discussão. Se realmente existe submissas de alma. Para mim, quem é submissa de alma, sente a submissão de forma natural e espontânea. Eu me enxergo muito melhor hoje.
A quem se interessar pelo assunto, leiam muito, tentem conhecer pessoas do meio praticantes confiáveis. A maioria dos bdsmistas são exibicionistas e tem fotos no seu acervo de albúns de sessões realizadas, peça para lhe mostrar. E tenham paciência. Assim como nos relacionamentos convencionais, há muitos mentirosos.

Eu, Pandora.

Aqui neste blog, quero me aproximar do leitor ou leitora. Então vou usar uma linguagem de fácil entendimento e tentar ser mais clara possível. Aviso previamente que ele obterá conteúdo explícito e principalmente focado no BDSM porquê é o que faz parte da minha vida.


Há alguns anos já existia essa vontade de 'expor' coisas minhas de forma segura.
O meu nick é Pandora e o escolhi pois sempre fui amante de mitologia grega, e o meu dominador também é, então foi uma ajuda criativa =)

Pandora (em grego antigoΠανδώρα, "a que tudo dá", "a que possui tudo", "a que tudo tira"), na mitologia grega, foi a primeira mulher, criada por Hefesto e Atena a pedido de Zeus com o fim de agradar aos homens.
E sei que muitos sabem, mas para deixar claro explicarei sobre Pandora, que vem da mitologia grega.

“Há muitas versões sobre o aparecimento de Pandora na mitologia grega. Há uma  versão em que Pandora foi a primeira mulher criada por Zeus, há uma versão que diz que ela é filha de Zeus, outras em que Hefesto a fabricou a mando de Zeus. Menciona-se que ela foi feita com todas as qualidades mas com um único defeito que seria a curiosidade, e por isso foi dada a ela a caixa que continha todos os males do mundo, por Zeus e de modo malicioso. Em outra versão, diz que ela deveria só guardar coisas não materiais na caixa, e imagine? Ela guarda uma pulseira; colar do amado Narciso e acaba provocando os males do mundo.”

Assim como Pandora, sempre fui muito curiosa. E minha caixa é tudo que sou, tudo que me faz ser eu. É só ser um pouco inteligente e fazer as ligações. 
Quero relatar coisas sobre que se passam física, emocional, sexual e tantas coisas mais.
E se possível, entrem em contato comigo. Eu sou apaixonada pela vida e por histórias. Gosto de conhecer pessoas de todas as idades.
Aos poucos vocês vão me conhecendo e vendo o que tem dentro dessa caixinha minha muito doida e complicadinha rsrs.
Veeeeeeeeeem !