Me manda nude de alma?
Me conta o que você nunca contou pra ninguém. Seu maior sonho, seu maior medo, seu maior trauma, suas histórias de infância. Me fala sobre o seu primeiro (des)amor e como isso te bagunçou. Me conta sobre o último e como ele te deixou arisco pra amar de novo.
Fala sério, ninguém é a cara de mau que banca. Me conta sobre as suas inseguranças e eu juro juradinho que nunca vou usá-las contra você. É que eu também quero te contar das minhas! Vamos trocar figurinhas e ganha quem não tiver medo de perder.
Me diz quem é você. Não esse você que todo mundo conhece, quero ser apresentada ao você que sobra na hora de dormir. Ao você quando não tem ninguém por perto pra ver. Cê acha que tem vida em outro planeta? Se arrepende do que fez ou do que deixou de fazer?
Em que você acredita, o que dá sentido a sua vida? Me fala teu dom. Cê tem fé em que? Tem fé em você?
Deixa eu fazer seu mapa astral. Deixa eu te convencer que o mundo não vai assim tão mal, tem mais gente incrível do que ruim. Tem eu, você. Tem fim?
Eu acredito em missão e reencarnação. Você não? Não é possível que tudo e tanto acabe assim, numa vidinha só. Se "acabasse" amanhã, essa vida tu viveu? Não te dá um pânico tanta coisa pra viver e essa sensação de estar o tempo todo perdendo vida, vivendo pouco? Não te deixa neurótico a possibilidade de só existir?
Você acredita em coincidências ou destino? Eu surto sempre tentando não estragar tudo com o meu livre arbítrio, sabe? Imagina se hoje eu tava destinada a te conhecer e resolvo ficar em casa e depois só tenho outra chance de te conhecer daqui a 10 anos. Será que eu consigo desandar meu destino assim ou agora ele tá rindo de mim?
Eu viajo, eu sei. Muito e sempre. Eu amo viajar e preciso de um companheiro de viagens- em todos os sentidos. Então que fique bem claro que "e aí, tudo bem? Novidades? Nem." e fim não é pra mim. Não gosto de nada raso, pouco, superficial. Eu quero desbravar teu mundo, de mochila das costas, do início ao final.
Marcella Fernanda
Histórias (verdadeiras ou fantasiosas), pensamentos, escritas e devaneios de uma jovem mulher que descobriu o caminho para o prazer
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
Amado
Gosto da Vanessa. Ela tem um tom de voz muito bonito.
Amo essa música, então...
Amo essa música, então...
Amado - Vanessada Mata
Como pode ser gostar de alguém
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
E esse tal alguém não ser seu
Fico desejando nós gastando o mar
Pôr do sol, postal, mais ninguém
Peço tanto a Deus
Para esquecer
Mas só de pedir me lembro
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Minha linda flor
Meu jasmim será
Meus melhores beijos serão seus
Sinto que você é ligado a mim
Sempre que estou indo, volto atrás
Estou entregue a ponto de estar sempre só
Esperando um sim ou nunca mais
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena
Nessa doação, milagres do amor
Sinto uma extensão divina
É tanta graça lá fora passa
O tempo sem você
Mas pode sim
Ser sim amado e tudo acontecer
Quero dançar com você
Dançar com você
Quero dançar com você
Dançar com você
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Fragmento de um Devaneio (1)
Aqui é o meu cantinho. Como fico a vontade aqui. É como se eu falasse em um lugar oco, o eco volta para mim.
E às vezes, meu jardim.
Você já teve a sensação de saber exatamente o que vai acontecer? Ver cada 'achismo' se concretizar? Ver as intenções se confirmando? Ver o resultado antes da conta acabar de ser escrita?
Eu sei, é como se houvesse um oráculo dentro de mim, e ele quisesse me perturbar ao invés de me deixar viver cada dia.
Instinto. Eu sempre defendo tanto esse sentido a mais que nós costumamos ter, e o meu refinado. Chega a dar raiva.
Eu, nesse momento perdi toda a vontade de pagar pra ver. Já vivi esse momento em modo oráculo.
O que eu quero? O que devo fazer?
Há sons.
Não posso ouvi-los.
E às vezes, meu jardim.
Você já teve a sensação de saber exatamente o que vai acontecer? Ver cada 'achismo' se concretizar? Ver as intenções se confirmando? Ver o resultado antes da conta acabar de ser escrita?
Eu sei, é como se houvesse um oráculo dentro de mim, e ele quisesse me perturbar ao invés de me deixar viver cada dia.
Instinto. Eu sempre defendo tanto esse sentido a mais que nós costumamos ter, e o meu refinado. Chega a dar raiva.
Eu, nesse momento perdi toda a vontade de pagar pra ver. Já vivi esse momento em modo oráculo.
O que eu quero? O que devo fazer?
Há sons.
Não posso ouvi-los.
domingo, 18 de dezembro de 2016
Olhar, espelho
(…) fico tão confusa pela quantidade de coisas que tenho de considerar que não sei se choro, ou se rio, depende do meu humor. Depois durmo com a sensação estranha de que quero ser diferente do que sou, ou de que sou diferente do que quero ser, ou talvez de me comportar diferente do que sou ou do que quero ser.
Anne Frank
(Essa foto é pessoal, não autorizo reproduções)
Anne Frank
(Essa foto é pessoal, não autorizo reproduções)
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
Ela só estava entediada
Ela não estava procurando nada. Era só mais um dia cansativo em que ela tirava um tempo para poder viajar na internet.
Ela recebeu uma solicitação de amizade, como todos os dias, em média muitos, ela recebia. Viu alguns perfis e aceitou poucos.
Um balãozinho apitou.
- Oi, tudo bem? Podemos teclar?
Ela só estava entediada. Resolveu olhar o perfil, que era verdadeiro, e resolveu papear. O tédio virou interesse e o interesse virou amizade. Uma conversa que durou tantos dias. Agora meses.
Ele não sabe o nome dela. Mas ele já viu seu rosto, já ouviu sua voz. Conhece algumas vontades, elas não foram ditas em palavras.
Em palavras eles se conheceram de uma forma natural, a mente dele e a mente dela, atraídos por seu modo de pensar. Ele era muito inteligente. Ele achava ela linda, mesmo quando ela se mostrou bagunçada. Ele sabia o que ele, queria. Ele era bom ouvinte. Ele fazia ela rir. Ele a chamava de madrugada só para mexer com ela. Eles eram diferentes. Ela se atraiu por ele. Cabelos longos e castanhos claros, quase um loiro. Uma voz gostosa e rouca. Um sorriso lindo de olhinhos apertados, uma carinha de menino cansado que precisa de uma massagem. Ela quer toca-lo. Ela quer muito.
E ele a quer mais.
Os dois são dispostos.
Ela NÃO pode . A razão é intangível.
O jogo ficou perigoso.
- Garoto, você sabe que tipo de mulher sou, e eu não vou mudar nenhum aspecto dela por você. Eu gosto de tudo o que eu faço. O que você quer? Por que eu? Eu sei que você quer mais que um chopp.
-Menininha Maria, eu não vou te mudar. Eu quero um chopp e uma conversa. Quero ver sua boca enquanto você fala. Eu sei que você abaixa os olhos quando está envergonhada. Eu gosto de quem você é, do jeito como está. Eu penso em algumas horas do meu dia em você. Eu sei que você também pensa em mim. Nossa conversa não acaba. Tem algo aí. Mas a conversa e o chopp não me promete nada.
Ei menina, por que você não tenta?
Ela não estava procurando nada, era só um dia em que ela estava entendiada.
Ela recebeu uma solicitação de amizade, como todos os dias, em média muitos, ela recebia. Viu alguns perfis e aceitou poucos.
Um balãozinho apitou.
- Oi, tudo bem? Podemos teclar?
Ela só estava entediada. Resolveu olhar o perfil, que era verdadeiro, e resolveu papear. O tédio virou interesse e o interesse virou amizade. Uma conversa que durou tantos dias. Agora meses.
Ele não sabe o nome dela. Mas ele já viu seu rosto, já ouviu sua voz. Conhece algumas vontades, elas não foram ditas em palavras.
Em palavras eles se conheceram de uma forma natural, a mente dele e a mente dela, atraídos por seu modo de pensar. Ele era muito inteligente. Ele achava ela linda, mesmo quando ela se mostrou bagunçada. Ele sabia o que ele, queria. Ele era bom ouvinte. Ele fazia ela rir. Ele a chamava de madrugada só para mexer com ela. Eles eram diferentes. Ela se atraiu por ele. Cabelos longos e castanhos claros, quase um loiro. Uma voz gostosa e rouca. Um sorriso lindo de olhinhos apertados, uma carinha de menino cansado que precisa de uma massagem. Ela quer toca-lo. Ela quer muito.
E ele a quer mais.
Os dois são dispostos.
Ela NÃO pode . A razão é intangível.
O jogo ficou perigoso.
- Garoto, você sabe que tipo de mulher sou, e eu não vou mudar nenhum aspecto dela por você. Eu gosto de tudo o que eu faço. O que você quer? Por que eu? Eu sei que você quer mais que um chopp.
-Menininha Maria, eu não vou te mudar. Eu quero um chopp e uma conversa. Quero ver sua boca enquanto você fala. Eu sei que você abaixa os olhos quando está envergonhada. Eu gosto de quem você é, do jeito como está. Eu penso em algumas horas do meu dia em você. Eu sei que você também pensa em mim. Nossa conversa não acaba. Tem algo aí. Mas a conversa e o chopp não me promete nada.
Ei menina, por que você não tenta?
Ela não estava procurando nada, era só um dia em que ela estava entendiada.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
#MinhaPlaylist Música do Dia
A música do dia é All Night.
Sabe, esse albúm da Bey é interessante, acho bacana como ela colocou uma fase da vida dela com tanto empenho. Quando dizem que a música é terapia, é verdade. Ela coloca poesias, frases e sentimentos antes do início de cada música. E eu me identifico um pouco com cada uma.
E hoje eu to nessa vibe.
Sabe, esse albúm da Bey é interessante, acho bacana como ela colocou uma fase da vida dela com tanto empenho. Quando dizem que a música é terapia, é verdade. Ela coloca poesias, frases e sentimentos antes do início de cada música. E eu me identifico um pouco com cada uma.
E hoje eu to nessa vibe.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Se não for para ser assim...
Esse casal aí tá cheio de amor e cachaça nas idéias. Tem combinação mais perfeita?
Amar é estar embriagado 24/7, amadinhos.
Esse frase tem muitas conotações hauhauahuah.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
50 tons não é BDSM
No grupo de BDSM, uma novata diz suas características e menciona que ama 50 tons.
50 tons não é BDSM... um cházinho de realidade feito com amor por uma moderadora do grupo.
50 tons não é BDSM... um cházinho de realidade feito com amor por uma moderadora do grupo.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Opa, eu falei que é amor...
- Ah amiga, não é que pare. É uma incerteza que eu sempre vou ter. Isso acontece quando a gente ama alguém, opa...
Eu disse AMA?
Não!!! Por favor, eu não amo.
Acontece quando a gente gosta de alguém!
Mas eu prefiro que fique assim. Isso tem que ser dito expontâneamente. Gosto das atitudes e palavras expontâneas e naturais. Faz tudo mais verdadeiro. Tem que ser como esse "a gente ama alguém", pois se não vai parecer com o "eu não amo". Entende a diferença?
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Ser Bruxa é...
Eu não sou bruxa, mas admiro um tanto aspectos da bruxaria, já alguns anos.
Me deparei com um texto muito bom que fala o que é ser bruxo. E como aqui é minha caixinha, vou compartilhar...
Me deparei com um texto muito bom que fala o que é ser bruxo. E como aqui é minha caixinha, vou compartilhar...
Ser Bruxa não significa, que tenho que andar vestida de preto, ter inúmeras tatuagens ou estar voando em vassouras.
Ser Bruxa não significa que eu viva de feitiços, magias ou rituais as 24 horas por dia… Muito menos que eu tenha que ficar ensinando feitiços, magias ou rituais para todos que me pedem, sendo a maioria pessoas nem uma prece sabem fazer ou tenham fé nas próprias palavras.
Ser Bruxa não quer dizer que vou te ensinar feitiços de amarração ou vinganças, pois acho o uso de ambus uma agressão, sem falar do ato ridículo.Ser uma Bruxa é ter personalidade, fé na força das palavras e no poder do pensamente, pois a mente é uma fonte de poder incrível e inesgotável. Basta saber e ter fé para usar.Ser Bruxa é me vestir de todas as cores que eu gosto, é usar e abusar dos chapéus de todas cores, tipos e qualidades, porque amo esse item. É estar calçada de saltos, botas, chinelos ou de pé no chão, sentindo a terra, capitando sua energia.Ser Bruxa é acreditar no poder dos elementos: da terra, do ar, do fogo e da água. É procurar alimentar o espirito, tanto quanto ao corpo. É ser amante da da Noite e saudar a Lua, mas amar o dia e a Luz do sol.Ser Bruxa é caminhar pela vida de cabeça erguida, olhando a tudo e todos como se fossemos um só. É andar armada de gentilezas, um bom dia, boa tarde, boa noite e como vai você… Ser Bruxa é não ter preconceitos, muito menos religiosos, é trazer por trás de cada sorriso as palavras sagrados “Que o Deus que habita em mim, saúda o Deus que habita em você”.Ser Bruxa é usar e abusar das ervas, dos feitiços e da magia, para curar, fazer o bem, prosperar e banir as forças do mal. Ser Bruxa não é trabalhar com as trevas e sim irradiar luz para combater as trevas.Sou uma Bruxa solitária, estudiosa, que sigo as normas e as condutadas do meu coração. Não sou uma bruxa branca e nem negra, sou uma bruxa colorida, com as cores da vida, com as cores do universo, com as cores da natureza, mas acima de tudo sou um ser humano, que erra, se arrepende, comete enganos… Mas que todos os dias ao acordar tem como principal objetivo ser uma pessoa melhor que fui ontem, conseguir evoluir mais um pouquinho, ter mais fé na vida e no homem. Como eu já disse todos erramos, até a natureza as vezes se enfurece, mas é preciso saber ser calmaria, ser bendizer, ser a mão estendida e a luz que irradia. Porque para mim não me importa se no decorrer do meu dia eu encontrar um ou dois que me atirarão pedras ou me julgarão, o que importa e faz a diferença são aquelas dezenas de pessoas que irão retribuir a minha reciprocidade, ao meu sorriso sincero, ao meu olhar acolhedor.
Edine Sá, O Chale da Bruxa.
A depressão da submissa
Conversando com meu grupo favorito de BDSM, resolvi trazer a memória um evento de sub drop.
Já comentei anteriormente um evento de sub space. O que eu não falei é que pouco depois eu tive um episódio bem foda de sub drop.
Eu sempre me orgulhei das minhas marcas, sempre faço o que é possível para melhorar a relação que tenho com meu Dono. Mas essa distância (quesito emocional, vida social, estilo de vida, diferenças naturais, modo de pensar, comportamentos e etc), virou uma bagunça na minha cabeça. Literalmente.
Logo depois de uma sessão e algumas situações, ver as marcas e algumas vezes a falta delas, comecei a me sentir estranha.
Eu perdi o fio da meiada e nem sabia o que realmente me deixou tão mal. Não sabia porque eu deixava ele fazer o que fazia comigo nas condições que teriam que ser e que a maior culpada era eu mesma pois ele nunca me obrigou a nada. Eu sentia uma necessidade extrema de tentar fazer algo para melhorar, e só me sentia cada vez mais fracassada. Me sentia desvalorizada, sozinha e abandonada. E deprimida, pois me sentia presa na situação.
Uma pessoa me ajudou tanto, e agradeço muito. Tantas vezes no telefone chorei para ela, aliviava minha dor. Havia dias que falava coisa com coisa. Mas ela sempre entendia e me ajudava a colocar as coisas no lugar.
Vanuza, minha amiga, poucas pessoas aparecem em nossas vidas sem interesse. Você é uma que levarei para a vida toda.
E era assim, uma hora tava bom, outra tava uma merda. Sempre estava uma merda quando passava dias sem contato com o Dono.
Eu via tudo isso como uma carência e sentia isso como uma fraqueza. E é horrível se sentir fraca. As coisas foram indo para o lugar conforme eu me acalmava e racionalizava tudo, conversava com a Vanu e resolvi falar algumas coisas que incomodavam em um email para o Dono. E qual foi a paciência dele para comigo, respondendo minhas dúvidas.
Sempre que era possível, ele me dava a assistência.
A verdade é que a confusão emocional, me causou esse estrago quando a realidade era muito mais simples. E dói gente, dói de verdade.
Nunca guardem esses sentimentos para vocês.
Falem com seus parceiros.
Conversem, aos poucos as coisas vão ficando claras e ao seu lugar de novo.
E é aquilo, não se sintam frac*s se passarem por isso. Somos humanos e isso só significava que você está lidando com seus sentimentos e sua parte mais frágil.
Isso é coisa de sub de alma rsrsrs
Beijos Pandorásticos
Já comentei anteriormente um evento de sub space. O que eu não falei é que pouco depois eu tive um episódio bem foda de sub drop.
Eu sempre me orgulhei das minhas marcas, sempre faço o que é possível para melhorar a relação que tenho com meu Dono. Mas essa distância (quesito emocional, vida social, estilo de vida, diferenças naturais, modo de pensar, comportamentos e etc), virou uma bagunça na minha cabeça. Literalmente.
Logo depois de uma sessão e algumas situações, ver as marcas e algumas vezes a falta delas, comecei a me sentir estranha.
Eu perdi o fio da meiada e nem sabia o que realmente me deixou tão mal. Não sabia porque eu deixava ele fazer o que fazia comigo nas condições que teriam que ser e que a maior culpada era eu mesma pois ele nunca me obrigou a nada. Eu sentia uma necessidade extrema de tentar fazer algo para melhorar, e só me sentia cada vez mais fracassada. Me sentia desvalorizada, sozinha e abandonada. E deprimida, pois me sentia presa na situação.
Uma pessoa me ajudou tanto, e agradeço muito. Tantas vezes no telefone chorei para ela, aliviava minha dor. Havia dias que falava coisa com coisa. Mas ela sempre entendia e me ajudava a colocar as coisas no lugar.
Vanuza, minha amiga, poucas pessoas aparecem em nossas vidas sem interesse. Você é uma que levarei para a vida toda.
E era assim, uma hora tava bom, outra tava uma merda. Sempre estava uma merda quando passava dias sem contato com o Dono.
Eu via tudo isso como uma carência e sentia isso como uma fraqueza. E é horrível se sentir fraca. As coisas foram indo para o lugar conforme eu me acalmava e racionalizava tudo, conversava com a Vanu e resolvi falar algumas coisas que incomodavam em um email para o Dono. E qual foi a paciência dele para comigo, respondendo minhas dúvidas.
Sempre que era possível, ele me dava a assistência.
A verdade é que a confusão emocional, me causou esse estrago quando a realidade era muito mais simples. E dói gente, dói de verdade.
Nunca guardem esses sentimentos para vocês.
Falem com seus parceiros.
Conversem, aos poucos as coisas vão ficando claras e ao seu lugar de novo.
E é aquilo, não se sintam frac*s se passarem por isso. Somos humanos e isso só significava que você está lidando com seus sentimentos e sua parte mais frágil.
Isso é coisa de sub de alma rsrsrs
Beijos Pandorásticos
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submissa
terça-feira, 22 de novembro de 2016
Menos fogos, mais ração. Os pets agradecem :)
Hoje eu quero comentar sobre algo que considero muito importante. O cuidado com nossos bebês de 4 patas.
Esse pode ser um momento muito estressante devido à diversos fatores. Eu como tenho um baby (que já é papai), me preocupo com os bichinhos em geral. Então vou comentar algumas dicas vividas que podem ser essencial para seu pet, ou você pode ajudar até alguém que tenha bichinhos em casa.
Os fogos de artifícios são um grande problema pois o barulho é estressante para os ouvidinhos super sensíveis dos nossos aumiguinhos. Ir no veterinário algumas semanas antes para ele indicar algum calmante, ou um sonífero ou algum remédio que possa ajudar a ficarem mais relaxados é uma boa. Outra boa dica é usar tampões de algodão no ouvido para diminuír o impacto sonoro.
Não deixe seu catiorríneo preso numa coleira, pois ele pode se assustar e acabar se enforcando. É muito sério.
Cuidado com o espaço, no susto, eles podem sair correndo e se perderem.
Evite que muitos cães fiquem juntos, eles podem acabar brigando até se matar.
Socialize seu cãozinho para no dia em que receber pessoas, ele não estranhem alguém.
Oriente seus convidados a não alimentar os cachorros e tomarem cuidado para não deixar comidas e bebidas em lugares acessivos. Algumas comidas podem matar seu filho de 4patinhas.
Evite deixa-los muito tempo sozinhos e tente acustumar os ouvidinhos com alguns barulhos mais 'específicos'
Se puder realizar as festas em lugares mais calmo é ótimo.
Bom, de cabeça, são dicas que acho relevante como atitude de amor para nossos filhinhos.
E bora curtir todo mundo junto pois é possível.
Beijos Pandorásticos.
sábado, 12 de novembro de 2016
Procura-se Dominador, Dono e Senhor (Construção de Anúncio)
Vejo uma reclamação em massa de que as pessoas em geral, top ou bottons, não conseguem encontrar parceiros adequados ou que correspondam às suas expectativas.
E o problema, sabe qual é?
Tchan ran: falta de comunicação feita com clareza.
É isso aí. Volta e meia dou uma olhada nos classificados BDSM e o que eu percebo é que os anúncios não são feitos com muito esmero.
"Procuro dominador, na faixa etária de de +35 a 55 anos, residente da cidade Terra do Nunca."
Nada atrativo, certo? Quando vejo aqueles que vem cheio de erros de português, meu olhos sangram.
Então eu gostaria de dar umas dicas que eu usaria se fizesse um anúncio e quem sabe um primeiro contato virtual.
Que tipo de pessoa você está procurando?
É legal mostrar coisas que te atraem. Mas não seja surreal, não estou falando de coisas tipo "um corpo sarado e bombadão, um pau de 25cm, cabelo liso e olhos azuis". Estou falando de idade, de coisas em comum que você gostaria que a pessoa tivesse, alguns aspectos da personalidade que você aprecie.
Diga um pouco de você.
A pessoa precisa se interessar, então seja verdadeiro ao se descrever. Não invente, não fantasie. Pode falar sobre seu físico mas não se venda igual a uma carne num açougue (se rolar, vai chegar a hora certa) NADA DE NUDES.
Que tipo de relação você está buscando?
Mais do que definir uma relação 24/7, definir se ela só é bdsm, se ela é uma relação baseada em sexo, se ela pode se tornar em algo mais profundo. Não é vergonha nenhuma mostrar o que você quer de uma possível relação. Ainda que a relação não se torne o que você espera, você pode ter a certeza que há uma disposição para tal finalidade. E é aquilo.. certas coisas acontecem.
Como é o BDSM para você?
Talvez seja daí que aconteça a primeira conexão. Nada melhor do que se identificar com o mesmo conceito sobre algo tão importante. Comentar sobre é um diferencial.
Bom, acho que essas são dicas boas para você começar a achar alguém e começar mais do que uma relação, um relacionamento.
Para a inspiração dos demais, abaixo deixarei um pseudo-anúncio. E beijos pandorásticos 😂
"Procuro um Dono, um Dominador que sinta o BDSM na alma, que veja a prática como algo bem mais do que sexo selvagem. Que entenda que controle é mais do que dar ordens, ou estar sempre perto (embora isso seja importante), que saiba que é ter o olhar em sua posse, não aquele olhar físico, digo aquele em que as almas se conectam e que me fará me submeter ao meu futuro Dono. Que veja uma relação BDSM como uma relação normal, não convencional pela forma que funciona, mas que saiba que só porque talvez eu ou o senhor queira algo mais que sessões (beijos, abraços, um filme numa tarde de domingo), isso não nos faz menos bdsmers. Quero um Senhor que possa estar disponível para uma relação 24/7, se caso tiver de evoluir para tal. Mas gosto de cada coisa ao seu tempo, não corramos, vamos aos poucos e gradativamente.
Alguém divertido, que saiba rir, que goste de ler, que seja verdadeiro, que ame a si mesmo mas não seja narcisista, que seja inteligente, mente aberta e não preconceituoso, alguém que apesar de saber que detém o poder saiba OUVIR e seja humano, alguém que seja o que é de forma leve e que seja feliz assim. Que resida na mesma cidade que eu, que seja maduro mas que não tenha perdido o brilho da juventude, que esteja acima de +25 anos de idade (não me importo se você se considera um coroa, idade para mim é só um número) e seria legal se não fosse tão baixinho pois eu tenho 1,69m e gosto muito de usar salto alto.
Um Dono que procure uma submissa que tem sede de entrega, sede de submissão, sede de sentir a força do seu dominador, sede de adoração, vontade de sentir o peso da mão do seu Dono, porque é o que eu anseio na minha essência mais profunda, quero me doar e me entregar ao máximo. Que consiga ver na sua submissa, mil mulheres em uma: mulher, menina, amiga, puta, confidente, enfermeira (eu quero cuidar do meu Senhor), quem sabe uma namorada, um ponto de equilibrio, cozinheira particular, às vezes até uma empregadinha rs, o que ele quiser... que consiga ver que a minha melhor forma de me submeter é entregar tudo o que tenho de bom, mas que sou humana também, não sou perfeita. Quero estar ao lado do meu Senhor se ele precisar de mim.
Quero realizar seus desejos, ser o quadro do seu sadismo, quero ser aquela em que você pode confiar e contar, que desejo os momentos bons e ruins com o Dono. Que seja um relacionamento em que o crescimento seja mútuo.
Um Dono que se permite amar, QUE PERMITE SER AMADO, que tenha consciência que se envolver é permitir sentir e que isso não te faz sair do seu trono de poder.
Um relacionamento que construído em honestidade, sinceridade, confiança e cumplicidade, a minha entrega será genuína e crescente. O prazer do meu Dono sempre será o meu.
E o problema, sabe qual é?
Tchan ran: falta de comunicação feita com clareza.
É isso aí. Volta e meia dou uma olhada nos classificados BDSM e o que eu percebo é que os anúncios não são feitos com muito esmero.
"Procuro dominador, na faixa etária de de +35 a 55 anos, residente da cidade Terra do Nunca."
Nada atrativo, certo? Quando vejo aqueles que vem cheio de erros de português, meu olhos sangram.
Então eu gostaria de dar umas dicas que eu usaria se fizesse um anúncio e quem sabe um primeiro contato virtual.
Que tipo de pessoa você está procurando?
É legal mostrar coisas que te atraem. Mas não seja surreal, não estou falando de coisas tipo "um corpo sarado e bombadão, um pau de 25cm, cabelo liso e olhos azuis". Estou falando de idade, de coisas em comum que você gostaria que a pessoa tivesse, alguns aspectos da personalidade que você aprecie.
Diga um pouco de você.
A pessoa precisa se interessar, então seja verdadeiro ao se descrever. Não invente, não fantasie. Pode falar sobre seu físico mas não se venda igual a uma carne num açougue (se rolar, vai chegar a hora certa) NADA DE NUDES.
Que tipo de relação você está buscando?
Mais do que definir uma relação 24/7, definir se ela só é bdsm, se ela é uma relação baseada em sexo, se ela pode se tornar em algo mais profundo. Não é vergonha nenhuma mostrar o que você quer de uma possível relação. Ainda que a relação não se torne o que você espera, você pode ter a certeza que há uma disposição para tal finalidade. E é aquilo.. certas coisas acontecem.
Como é o BDSM para você?
Talvez seja daí que aconteça a primeira conexão. Nada melhor do que se identificar com o mesmo conceito sobre algo tão importante. Comentar sobre é um diferencial.
Bom, acho que essas são dicas boas para você começar a achar alguém e começar mais do que uma relação, um relacionamento.
Para a inspiração dos demais, abaixo deixarei um pseudo-anúncio. E beijos pandorásticos 😂
"Procuro um Dono, um Dominador que sinta o BDSM na alma, que veja a prática como algo bem mais do que sexo selvagem. Que entenda que controle é mais do que dar ordens, ou estar sempre perto (embora isso seja importante), que saiba que é ter o olhar em sua posse, não aquele olhar físico, digo aquele em que as almas se conectam e que me fará me submeter ao meu futuro Dono. Que veja uma relação BDSM como uma relação normal, não convencional pela forma que funciona, mas que saiba que só porque talvez eu ou o senhor queira algo mais que sessões (beijos, abraços, um filme numa tarde de domingo), isso não nos faz menos bdsmers. Quero um Senhor que possa estar disponível para uma relação 24/7, se caso tiver de evoluir para tal. Mas gosto de cada coisa ao seu tempo, não corramos, vamos aos poucos e gradativamente.
Alguém divertido, que saiba rir, que goste de ler, que seja verdadeiro, que ame a si mesmo mas não seja narcisista, que seja inteligente, mente aberta e não preconceituoso, alguém que apesar de saber que detém o poder saiba OUVIR e seja humano, alguém que seja o que é de forma leve e que seja feliz assim. Que resida na mesma cidade que eu, que seja maduro mas que não tenha perdido o brilho da juventude, que esteja acima de +25 anos de idade (não me importo se você se considera um coroa, idade para mim é só um número) e seria legal se não fosse tão baixinho pois eu tenho 1,69m e gosto muito de usar salto alto.
Um Dono que procure uma submissa que tem sede de entrega, sede de submissão, sede de sentir a força do seu dominador, sede de adoração, vontade de sentir o peso da mão do seu Dono, porque é o que eu anseio na minha essência mais profunda, quero me doar e me entregar ao máximo. Que consiga ver na sua submissa, mil mulheres em uma: mulher, menina, amiga, puta, confidente, enfermeira (eu quero cuidar do meu Senhor), quem sabe uma namorada, um ponto de equilibrio, cozinheira particular, às vezes até uma empregadinha rs, o que ele quiser... que consiga ver que a minha melhor forma de me submeter é entregar tudo o que tenho de bom, mas que sou humana também, não sou perfeita. Quero estar ao lado do meu Senhor se ele precisar de mim.
Quero realizar seus desejos, ser o quadro do seu sadismo, quero ser aquela em que você pode confiar e contar, que desejo os momentos bons e ruins com o Dono. Que seja um relacionamento em que o crescimento seja mútuo.
Um Dono que se permite amar, QUE PERMITE SER AMADO, que tenha consciência que se envolver é permitir sentir e que isso não te faz sair do seu trono de poder.
Um relacionamento que construído em honestidade, sinceridade, confiança e cumplicidade, a minha entrega será genuína e crescente. O prazer do meu Dono sempre será o meu.
Eu me adaptarei ao Senhor, me submeterei ainda que não entenda tudo, me entregarei das formas que quiser, tentarei com todas as forças que puder, meu corpo e minha alma será para ti. A minha sede será a satisfação do teu prazer. Alimente-se de mim."
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quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Rendida
E eu que não gostava da saudade, me vejo ansiando por ela. Me vejo ansiando por distância.
Hoje ela me dá sanidade.
A distância se torna minha maior aliada para estar em equilíbrio com o que planejei para mim.
Encontro a mim mesma, converso comigo, mato a saudade de mim, decido tomar atitudes, me resoluto.
Porque quando estou com você, eu perco a razão. Eu não tenho vontade, eu não tenho querer. Existe aquela cega e rendida por suas vontades e seus desejos.
E eu fico nublada, não consigo escolher nada. Só consigo querer o que queres.
Eu só ouço sua voz, só sinto seu cheiro, respiro você, vivo você.
Chega dar um medo.
Chego a ter ódio.
Porque não queria te querer assim.
Mas te quero muito mais.
Porque odeio te desejar assim.
Mas te desejo muito mais.
A liberdade do aprisionamento me pegou. Quem será o meu terrível algoz? O senhor ou essa devassa que se entregou?
Por Pandora Submissa
Hoje ela me dá sanidade.
A distância se torna minha maior aliada para estar em equilíbrio com o que planejei para mim.
Encontro a mim mesma, converso comigo, mato a saudade de mim, decido tomar atitudes, me resoluto.
Porque quando estou com você, eu perco a razão. Eu não tenho vontade, eu não tenho querer. Existe aquela cega e rendida por suas vontades e seus desejos.
E eu fico nublada, não consigo escolher nada. Só consigo querer o que queres.
Eu só ouço sua voz, só sinto seu cheiro, respiro você, vivo você.
Chega dar um medo.
Chego a ter ódio.
Porque não queria te querer assim.
Mas te quero muito mais.
Porque odeio te desejar assim.
Mas te desejo muito mais.
A liberdade do aprisionamento me pegou. Quem será o meu terrível algoz? O senhor ou essa devassa que se entregou?
Por Pandora Submissa
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terça-feira, 8 de novembro de 2016
Sessão na masmorra sado do Rio de Janeiro
Pensaram que eu ia contar como foi uma sessão minha em alguma lugar mais medieval né? Oxii, bem que eu queria.
Me lembrei que há uns meses atrás, bem antes de ser encoleirada, o Dono tinha me perguntado o que eu gostaria que fosse feito em uma sessão de aniversário. Lembro de um comentário que fiz com a minha amiguinha Ninfa ex peguete, que me "apresentou" uma suíte sado, aqui no Rio de Janeiro, que é legalzinha. Eu nem cheguei a falar nada com o Dono na época, mas botei na minha lista de curiosidades. E quem me conhece sabe muito bem o que faço com minhas curiosidades.
E a todos meus "friends" cariocas vou deixar as informações.
As pessoas daqui precisam de mais movimento BDSM. Não me conformo com isso..
Ah, eu com um pouco mais de dinheiro... Ia dar logo um jeito de tacar fogo por aqui.
Enfim.
Essa suíte não é enorme, possui uma jaula e um X na parede, fica no Hotel Villa Regia, localizado no Centro :)
Abaixo deixo o link... Confiram as fotos do site !
http://www.villareggia.com.br/app/webroot/index.php/suits/view/10/suite-sado
Me lembrei que há uns meses atrás, bem antes de ser encoleirada, o Dono tinha me perguntado o que eu gostaria que fosse feito em uma sessão de aniversário. Lembro de um comentário que fiz com a minha amiguinha Ninfa ex peguete, que me "apresentou" uma suíte sado, aqui no Rio de Janeiro, que é legalzinha. Eu nem cheguei a falar nada com o Dono na época, mas botei na minha lista de curiosidades. E quem me conhece sabe muito bem o que faço com minhas curiosidades.
E a todos meus "friends" cariocas vou deixar as informações.
As pessoas daqui precisam de mais movimento BDSM. Não me conformo com isso..
Ah, eu com um pouco mais de dinheiro... Ia dar logo um jeito de tacar fogo por aqui.
Enfim.
Essa suíte não é enorme, possui uma jaula e um X na parede, fica no Hotel Villa Regia, localizado no Centro :)
Abaixo deixo o link... Confiram as fotos do site !
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quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Equilibrando Uma Relação (ou si próprio)
Muitas vezes acabamos por sofrer por alguém em uma relação D/s (ou bau).
Não quer dizer que a culpa está no outro, ou que existe realmente um problema.
O que acontece são as mudanças de querer.
Talvez você esteja numa relação e não em um relacionamento. E, de fato, seus sentimentos tenham te confundido. Confudido até que ponto você pode chegar. Certas coisas podem ser ajustadas na sua relação, outras são claras que não poderão ser. O que é, sempre será e não vai mudar.
Por um tempo você pode sofrer. Sentir pena ou raiva de si por não conseguir conciliar sentimentos, com suas vontades e as circunstâncias.
É difícil não saber o que o outro pensa ou sente.
É difícil acreditar em palavras, quando as atitudes encaminham-se diferente.
É difícil lidar com as consequências.
Porém tais coisas, tais dores, podem até ter diversos motivos, mas existe um em comum. Um único fator que faz a diferença. A atenção.
Um certo alguém me disse que a nossa capacidade de amar flui diretamente de nossa atenção.
E acho que não há definição melhor. Há algum tempo eu me perguntava: o que é o amor? Existem muitas definições, existem diversos amores. Mas esta é a definição, que de longe, define o que é o amor.
Devoção, cuidado, carinho, atenciosidade, honestidade, cumplicidade, confiança... você só doa a quem você ama e só ama quem você conhece e só conhece porque atentou e doou certo tempo a este.
Não quero ditar uma fórmula mágica para diminuir sua dor... mas, talvez, se diminuir a atenção, tentar se distrair mais, pensar menos, ser leve, ir com calma...
Há outras coisas e outras pessoas que precisam/merecem sua atenção. E aos poucos o que estava confuso, vai se pondo em clareza.
Talvez você se sinta desiludido ou meio bobo por maximizar algumas coisas e certos detalhes desde o início que você não percebeu devido a intensidade de tudo. E vai parar de ver coisas que não existem.
Aos poucos você volta ao normal, começa a curtir o que tem que ser e não vai se preocupar muito com o que acontecer no futuro. Estará aberto para o ser ou não.
E se acabar, valeu enquanto durou.
E de volta estará em equilíbrio com você.
Não quer dizer que a culpa está no outro, ou que existe realmente um problema.
O que acontece são as mudanças de querer.
Talvez você esteja numa relação e não em um relacionamento. E, de fato, seus sentimentos tenham te confundido. Confudido até que ponto você pode chegar. Certas coisas podem ser ajustadas na sua relação, outras são claras que não poderão ser. O que é, sempre será e não vai mudar.
Por um tempo você pode sofrer. Sentir pena ou raiva de si por não conseguir conciliar sentimentos, com suas vontades e as circunstâncias.
É difícil não saber o que o outro pensa ou sente.
É difícil acreditar em palavras, quando as atitudes encaminham-se diferente.
É difícil lidar com as consequências.
Porém tais coisas, tais dores, podem até ter diversos motivos, mas existe um em comum. Um único fator que faz a diferença. A atenção.
Um certo alguém me disse que a nossa capacidade de amar flui diretamente de nossa atenção.
E acho que não há definição melhor. Há algum tempo eu me perguntava: o que é o amor? Existem muitas definições, existem diversos amores. Mas esta é a definição, que de longe, define o que é o amor.
Devoção, cuidado, carinho, atenciosidade, honestidade, cumplicidade, confiança... você só doa a quem você ama e só ama quem você conhece e só conhece porque atentou e doou certo tempo a este.
Não quero ditar uma fórmula mágica para diminuir sua dor... mas, talvez, se diminuir a atenção, tentar se distrair mais, pensar menos, ser leve, ir com calma...
Há outras coisas e outras pessoas que precisam/merecem sua atenção. E aos poucos o que estava confuso, vai se pondo em clareza.
Talvez você se sinta desiludido ou meio bobo por maximizar algumas coisas e certos detalhes desde o início que você não percebeu devido a intensidade de tudo. E vai parar de ver coisas que não existem.
Aos poucos você volta ao normal, começa a curtir o que tem que ser e não vai se preocupar muito com o que acontecer no futuro. Estará aberto para o ser ou não.
E se acabar, valeu enquanto durou.
E de volta estará em equilíbrio com você.
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terça-feira, 1 de novembro de 2016
Age Play
Neném
Me sinto uma criança perto de você
mas meu dengo tem malícia não vou te negar
me leva nos teus braços pra onde quiser
sou chave de cadeia pode apostar
ah,ah,ah.ah,ah,ah..
mas meu dengo tem malícia não vou te negar
me leva nos teus braços pra onde quiser
sou chave de cadeia pode apostar
ah,ah,ah.ah,ah,ah..
Me entrego de bandeja toda pra você
por seu amor
não me deixe chorar
Sou órfã e que tal você me adotar
tenho certeza que não vai me abandonar
sou tua neném...
por seu amor
não me deixe chorar
Sou órfã e que tal você me adotar
tenho certeza que não vai me abandonar
sou tua neném...
Quero ser tua neném
menino,me bota no colo
me beija dos pés a cabeça
Nina,nina neném
sou toda sua,me dá banho
me perfuma com carinho se não vou chorar...
menino,me bota no colo
me beija dos pés a cabeça
Nina,nina neném
sou toda sua,me dá banho
me perfuma com carinho se não vou chorar...
Age play é uma prática entre adultos em que os envolvidos interpretam ou vivenciam idades diferentes das que possuem. Pode ser um bebê até um idoso. O mais popular são o Top como Daddy/Mommy e bottom como baby girl/boy. Não tem que ser sexualizado, mas pode ser 😊
Já algum tempo me lembrei dessa música da Banda Calypso e vi mensagens ocultas rs ( ou não tão ocultas assim). É um ritmo brasileiro, gosto de dançar muito.
Ainda não tive essa prática. Nada contra, até porquê faria. Mas não baby, talvez little girl que está na faixa de 13 anos e tal. E gente, eu sou pervertida assumida. Adoro aquela idéia do tio que coloca a mão dentro da calcinha e ...
Há um preconceito enorme ainda com esta prática. Muitos associam a um apoio ou uma forma desvirtuada de exercer a pedofilia. O que na minha opinião é babaquice. Apesar da "interpretação" todos nós sabemos a idade dos envolvidos. São feitos estritamente por adultos conscientes. Não tem crianças. E é só uma brincadeira. Fetiche, galera!
Enjoy..
Beijoooos
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Irmãs de Coleira e Pré Conceitos
Esse é um tema que dá dor de cabeça, tanto por parte dos Tops ou Bottons.
Por que estou falando sobre esse assunto justamente agora? É um assunto qual eu tenho certo cuidado para falar, mas já obtinha uma opinião formada.
Entro no facebook, e vejo uma postagem feita por um dominador 'popular' em um grupo com temática BDSM. Segue a postagem:
Eu amo piadas e não sou uma pessoa rígida.
Mas são "brincadeirinhas" como essa que eu vejo como certos preconceitos e a falta de respeito para com o outro são propagados no meio. A primeira coisa que pensei foi :
-Porra, será que ele, como um cara que tem 'fama' no meio, não está vendo a cagada que ele acabou de postar e o peso da responsabilidade dele com isso?
Meu dedos não ficaram quietos e respondi lá.
O pior foi ver os comentários.
Vejo vários debates sobre irmãs/irmãos de coleira e toda a problemática que envolve. Submissas que definem irmãs de coleira (vou dizer irmãs pois é o tema mais procurado, mas engloba todos) como um limite rígido. Sério? Tem alguma coisa errada aí. Tenho a sensação que isso não deveria ser considerado nem um limite.
Nesse caso específico, não querendo rotular, mas supondo, um dominador que estimula a rivalidade. Podem ser inúmeros motivos, mas o pior deles e mais óbvio, ego frágil e narcisismo. Se sentir importante ao extremo, se sentir irrestível e disputado. Seja lá qual for o motivo é claro que ele não está apto para ter subs. Ou melhor, provavelmente nem seja verdadeiramente Dominador.
O Dominador pode ter quantas subs ele quiser, mas ter o bom senso de comprometimento com a posse dele, responsabilidade, qualidade da relação. Mas isso pode ser relativo também, talvez não seja uma relação "profunda", e desde que esteja claro para os envolvidos, ÓTIMO!
Já em outro motivo comum e problemático por parte das subs é a possessividade e a pior de todas, insegurança.
Não sei se essa possessividade é uma espécie de egoísmo, ciúmes ou se é por algum outro motivo. Mas tem submissa que só de ouvir a palavra dá um show. Engraçado (ou não) é que tem dominador que se diverte com isso. Será que eu sou uma das poucas pessoas que não vê nada engraçado?
Ao meu ponto de vista, não somos monagâmicos. Olha para a evolução da sociedade e vocês vão entender o que eu estou falando. Se você ler a biblía, vai ver que os homens possuiam muitas mulheres. Note os reis, que além de suas esposas, ainda possuiam concubinas. A classe submissa tem que entender as diferenças, o que é do poder do Top e do seu domínio, e que é algo da construção do BDSM. E que o seu Top vai te dar o que ele quiser, independente de se ter uma ou mais subs.
Outro motivo é a insegurança. Será que ela vai tomar meu lugar? Será que ela é melhor do que eu? Será que ele vai deixar de me amar e amar a outra? Será que ele vai me largar? Será que a outra é isso? É aquilo? Será que ele não está satisfeito comigo?
E lá se vai uma infinitude de idéias inseguras, e é um xororô, e é um monte de coisa.
A insegurança pode ser da própria pessoa ou com algo que talvez não foi feito de maneira certa. Pior é saber que tem mulher que 'sai' do papel de submissa e começa a querer fazer joguinhos de chantagem para prejudicar o outro ou outra.
Quando surge uma nova submissa para o Dono, é para o prazer dele, é porque ele pode e quer exercer seu poder.
Se ele é responsável para com suas posses, ele pode ter quem quiser. Ninguém é melhor do que ninguém. Significa que somos diferentes. Significa que cada um tem uma "utilidade" diferente. Um rubi não é igual a um diamante, ou uma jade, mas não deixam de ser jóias. As expectativas são diferentes para cada relação. E aí é onde a submissa (que está chegando) vai ter que se atentar. Vai dar conta de se submeter ao seu Senhor? Você deve ser fonte de prazer e não de dor. Como em qualquer relação, vai querer correr os riscos?
Se o Dono julgar que vocês devem ter contato, é para se respeitarem e se amarem. Reconhecer o papel de importância que cada uma tem.
E se julgar que não devem ter contato, devem ter respeito ainda assim.
E não se fechar. Você pode estar perdendo a oportunidade de aprender e ganhar uma pessoa muito especial.
Eu gostaria de falar mais. Acredito que daqui já dá para se ter uma idéia de como vejo as coisas.
Em geral as pessoas tem medo de perder, seja o parceiro ou o controle da situação, confundem tudo e fazem uma bagunça total. Já ouvi cada história! E eu só tenho 6 meses de prática. Enfim, vamos parar de pré conceitos e nos dar a oportunidade de vivenciar o novo, pessoas de mi corazon. E se não der certo? Faça desse limão uma limonada.
Besitos para todos
Por que estou falando sobre esse assunto justamente agora? É um assunto qual eu tenho certo cuidado para falar, mas já obtinha uma opinião formada.
Entro no facebook, e vejo uma postagem feita por um dominador 'popular' em um grupo com temática BDSM. Segue a postagem:
Eu amo piadas e não sou uma pessoa rígida.
Mas são "brincadeirinhas" como essa que eu vejo como certos preconceitos e a falta de respeito para com o outro são propagados no meio. A primeira coisa que pensei foi :
-Porra, será que ele, como um cara que tem 'fama' no meio, não está vendo a cagada que ele acabou de postar e o peso da responsabilidade dele com isso?
Meu dedos não ficaram quietos e respondi lá.
O pior foi ver os comentários.
Vejo vários debates sobre irmãs/irmãos de coleira e toda a problemática que envolve. Submissas que definem irmãs de coleira (vou dizer irmãs pois é o tema mais procurado, mas engloba todos) como um limite rígido. Sério? Tem alguma coisa errada aí. Tenho a sensação que isso não deveria ser considerado nem um limite.
Nesse caso específico, não querendo rotular, mas supondo, um dominador que estimula a rivalidade. Podem ser inúmeros motivos, mas o pior deles e mais óbvio, ego frágil e narcisismo. Se sentir importante ao extremo, se sentir irrestível e disputado. Seja lá qual for o motivo é claro que ele não está apto para ter subs. Ou melhor, provavelmente nem seja verdadeiramente Dominador.
O Dominador pode ter quantas subs ele quiser, mas ter o bom senso de comprometimento com a posse dele, responsabilidade, qualidade da relação. Mas isso pode ser relativo também, talvez não seja uma relação "profunda", e desde que esteja claro para os envolvidos, ÓTIMO!
Já em outro motivo comum e problemático por parte das subs é a possessividade e a pior de todas, insegurança.
Não sei se essa possessividade é uma espécie de egoísmo, ciúmes ou se é por algum outro motivo. Mas tem submissa que só de ouvir a palavra dá um show. Engraçado (ou não) é que tem dominador que se diverte com isso. Será que eu sou uma das poucas pessoas que não vê nada engraçado?
Ao meu ponto de vista, não somos monagâmicos. Olha para a evolução da sociedade e vocês vão entender o que eu estou falando. Se você ler a biblía, vai ver que os homens possuiam muitas mulheres. Note os reis, que além de suas esposas, ainda possuiam concubinas. A classe submissa tem que entender as diferenças, o que é do poder do Top e do seu domínio, e que é algo da construção do BDSM. E que o seu Top vai te dar o que ele quiser, independente de se ter uma ou mais subs.
Outro motivo é a insegurança. Será que ela vai tomar meu lugar? Será que ela é melhor do que eu? Será que ele vai deixar de me amar e amar a outra? Será que ele vai me largar? Será que a outra é isso? É aquilo? Será que ele não está satisfeito comigo?
E lá se vai uma infinitude de idéias inseguras, e é um xororô, e é um monte de coisa.
A insegurança pode ser da própria pessoa ou com algo que talvez não foi feito de maneira certa. Pior é saber que tem mulher que 'sai' do papel de submissa e começa a querer fazer joguinhos de chantagem para prejudicar o outro ou outra.
Quando surge uma nova submissa para o Dono, é para o prazer dele, é porque ele pode e quer exercer seu poder.
Se ele é responsável para com suas posses, ele pode ter quem quiser. Ninguém é melhor do que ninguém. Significa que somos diferentes. Significa que cada um tem uma "utilidade" diferente. Um rubi não é igual a um diamante, ou uma jade, mas não deixam de ser jóias. As expectativas são diferentes para cada relação. E aí é onde a submissa (que está chegando) vai ter que se atentar. Vai dar conta de se submeter ao seu Senhor? Você deve ser fonte de prazer e não de dor. Como em qualquer relação, vai querer correr os riscos?
Se o Dono julgar que vocês devem ter contato, é para se respeitarem e se amarem. Reconhecer o papel de importância que cada uma tem.
E se julgar que não devem ter contato, devem ter respeito ainda assim.
E não se fechar. Você pode estar perdendo a oportunidade de aprender e ganhar uma pessoa muito especial.
Eu gostaria de falar mais. Acredito que daqui já dá para se ter uma idéia de como vejo as coisas.
Em geral as pessoas tem medo de perder, seja o parceiro ou o controle da situação, confundem tudo e fazem uma bagunça total. Já ouvi cada história! E eu só tenho 6 meses de prática. Enfim, vamos parar de pré conceitos e nos dar a oportunidade de vivenciar o novo, pessoas de mi corazon. E se não der certo? Faça desse limão uma limonada.
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Cinquenta Tons Mais Escuros
Então, alguns dias atrás uma amiga minha já estava me intimando para ver Fifty Shades Darker (Cinquenta Tons Mais Escuros). E não adiantou falar que não vou pagar o ingresso, ela disse que vai comprar antecipado para estréia.
E até que vou de boa vontade... é engraçado demais ver a animação e o burburinho, toda a reação das baunilhas.
Faz tempo que li os 3 livros, graças a essa mesma amiga que comprou os livros e me emprestou, amiga literótica (literatura erótica *nós amamos*), e me lembro de poucos aspectos do livro.
A Anastácia faz muito cu doce e e tem outros aspectos que risca ela da lista de submissa. Dramatiza demais. E o Grey é um cara totalmente perdido. Nem ele e nem ela entednem o conceito de ser um BDSMer. E menos ainda o filme. No filme não é transmitido um entendimento, nem superficial, do que é bdsm ou só sm. O cara só diz que gosta de bater e controlar.
Mas eu gosto do "Quarto Vermelho da Dor" 😂
E aquela cama maravilhosa de docel que eu sou doida para ter uma.
Enfim, é um drama romântico meio cú doce que na prática mesmo não tem muita coisa a ver com BDSM.
Mas não é para odiar o filme ok?
Parece filme de adolescente em puberdade que não pode ver pornô em casa e está querendo descobrir coisinhas diferentes... e tem umas tretinhas de ex que é maneirinha.
Deixo para vocês o trailer:
E até que vou de boa vontade... é engraçado demais ver a animação e o burburinho, toda a reação das baunilhas.
Faz tempo que li os 3 livros, graças a essa mesma amiga que comprou os livros e me emprestou, amiga literótica (literatura erótica *nós amamos*), e me lembro de poucos aspectos do livro.
A Anastácia faz muito cu doce e e tem outros aspectos que risca ela da lista de submissa. Dramatiza demais. E o Grey é um cara totalmente perdido. Nem ele e nem ela entednem o conceito de ser um BDSMer. E menos ainda o filme. No filme não é transmitido um entendimento, nem superficial, do que é bdsm ou só sm. O cara só diz que gosta de bater e controlar.
Mas eu gosto do "Quarto Vermelho da Dor" 😂
E aquela cama maravilhosa de docel que eu sou doida para ter uma.
Enfim, é um drama romântico meio cú doce que na prática mesmo não tem muita coisa a ver com BDSM.
Mas não é para odiar o filme ok?
Parece filme de adolescente em puberdade que não pode ver pornô em casa e está querendo descobrir coisinhas diferentes... e tem umas tretinhas de ex que é maneirinha.
Deixo para vocês o trailer:
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Borning Pandora
Em breve irei escrever sobre relações Bdsm vs Baunilha, algo que tenho vivido e que tem me dado nova visão sobre os dois aspectos. E pensando sobre isso, refleti o como eu mudei do momento em que decidi me dar para alguém e das coisas que eu queria, até hoje. E o quanto acho que mudarei.
É engraçado, pois na prática vou fazer 6 meses, e ainda sou um "bebê", uma novata nessa sociedade BDSMer. E enxergo algumas bobagens, infantilidades no meu comportamento no início.Eu, novata, queria cair nas mãos de um dominador sádico, de preferência uma relação RACK.
Já pensou? Eu, 21 anos, só apanhei de cinto de couro e a marca mais forte foi por apanhar de mão. Loka loka. Eu pensava assim pois queria testar meus limites. Queria ver até que ponto meu corpo aceitaria a dor e até onde sentiria prazer com ela. Hoje em dia, não quero mais sair do SSC, por inúmeras questões embora simpatize com poucas práticas de nível mais hard.
Eu não necessariamente estava buscando ser encoleirada.
Para ser sincera, por ser novata eu queria sessões para saber como me portar, para me testar, para sentir na pele, para me ver como submissa e masoquista. E para observar o outro lado também. Experiências novas. Maaaaaas... rsrs tem um porém. De forma resumida, fiquei completamente envolvida por meu Dono, ele conseguiu despertar a Pandora e mexe com ela de uma forma que não sei como dizer. E agora eu sou dele.
Eu sempre fui bissexual.
Nada de heteroflexível ou curto meninas. Eu tenho tesão/amo/relações com homens e mulheres. Não é uma coisa que fico gritando aos quatro cantos da terra. E por um tempo não assumia. O Dono meio que ajudou a colocar isso mais leve para mim. E eu estou muito mais satisfeita agora.
De casta a putinha.
Nunca fui santa. Sempre gostei de um bom sexo. Mas nunca era o suficiente. E acabei ficando sem sexo durante algum tempo por nunca conseguir me satisfazer. Acho que acabei me retraindo. Hoje em dia, infelizmente não tenho um periodicidade de sessões, o que me deixa muito em falta. E acho que isso piora a minha libido. Ou seja, tenho sexo baunilha varias vezes por semana e ainda parece que falta algo. Porém está menos pior. Isso é algum quesito que não conseguir achar uma resposta concreta.
Fico com a Gata e a sensação é diferente, me sinto satisfeita. Acredito que é por ela ser mulher e já saber como as coisas funcionam numa relação lésbica.
Sentimentalismo 0.
Preciso detalhar? Não me achem fria. Um relacionamento dá trabalho. E faz muitos anos que eu não me apaixono (não é sobre encantamento, é aquela paixão tão grande que dói), não ia ser logo agora, no início de tudo, que eu gostaria. E eu sou do tipo que quando fica apaixonada (de verdade) fico de quatro, de oito, de cem pela pessoa. Só que eu vejo tanta beleza numa relação D/s, vejo tudo o que ela dá, que eu não consegui me fechar. Se eu for sincera o que me tocou de primeiro foi ver um pouquinho da sintonia do Dono com a Alpha, comecei a olhar outros casais e vi depois uma amiga com o dominador dela, e outr*s que tive contato também, inclusive de um Dominador com o submisso dele também, tem tantos casos reais. Continuo gostando de umas putarias, porém eu consigo ver que é bom alguém para isso com você. A cumplicidade com alguém. Eu quero que um dia aconteça comigo, que alguém me conceda a liberdade de sentir isso, sem ter que escolher bau ou bdsm. É o tal do Let it be. Me controlo porque eu entendo todas as normas. Ah, complicado.
Desprendimento.
Não me prendo a ninguém porque não sou fixa de ninguém, com excessão da Gata. Depois que minha amizade colorida terminou e fiquei sem P.A. sempre fico com um e com outro, de preferência com alguém que nunca irei ver na vida novamente. Não dou telefone, não quero remember's. Claro que surge umas excessões. Uma excessão, na verdade rsrsrs Talvez seja meu novo P.A.
Olhando assim até parece que qualquer um pode me comer kkkkk, que terror. Não!
Eu criei algumas normas de trepadas alheias e eu sempre seleciono. Fora que, não dá para fazer tudo com qualquer um.
O que é uma D/s na prática.
Existem vários níveis de profundidade numa relação D/s. Existe comportamento, existem limites, existe todo um protocolo, existe uma finalidade. Talvez, nem sempre isso seja verbalizado. Mas acaba-se entendendo tudo isso, sem muitas palavras. No início pode ser um pouco difícil de assimilar algumas coisas, ainda mais no meu caso que sou novata. O melhor aliado é o tempo e a atenção. Eu poderia ser prolixa e dissecar mais. Mas vou deixar a coisa solta no ar e colocar vocês para pensarem um pouco.
Segundas intenções.
A quantidade de assédio é FODA. No pior sentido da palavra. Eu me sinto bem sendo desejada e admirada, mas quando a coisa parte para o assédio, a pessoa leva logo um block. A saraivada de fotos, textos e propostas que as pessoas me enviam é grande. E não, isso não me deixa nem um pouco contente. Mas pior do que uma pessoa que já chega mostrando o que ela quer, é aquele que disfarça mas tá ali só esperando para dar o bote. Engana-se quem pensa que são só Tops. Como em qualquer lugar, nem todos são pessoas confiáveis. Chateante.
Prática.
Melhor do que ler um monte de coisa, e às vezes perder o seu tempo lendo abobrinhas, é ver o real e conversar com "real". Se você for uma pessoa observadora, assim como tento ser, você consegue extrair de outras pessoas ótimas lições de vida. E assim funciona no BDSM, afinal somos pessoas normais, BDSM é normal e somos eternos aprendizes da vida.
Submissa Empoderada.
Eu me achei, parece que deu um boom. Há um sentido em tudo. A cada dia eu me sinto mais. Eu sei o que eu sou, começo a ter novas perspectivas e estou mais feliz sim. O nome que escolhi para mim, Pandora, é o tudo o que sou. Abracei todos os aspectos da minha personalidade e sexualidade. Me sinto mulher, fêmea e forte. Eu me beijei.
Acho que consegui escrever algumas das coisas, desde meu "nascimento" até agora. São tantas coisas a descobrir, respostas a se mostrarem. Eu estou vivendo e existindo. Minha intenção é de mostrar que demanda certa coragem e energia para se descobrir, para descobrir. Para se libertar e se prender. Se surpreenda com coisas que pode te dar o novo. E eu quero muito mais.
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terça-feira, 11 de outubro de 2016
Relato de um evento sub-space
Definição de sub-space:
É um estado psicológico alterado que é alcançado por um bottom durante uma cena. A grande maioria das pessoas associa o BDSM ao seu aspecto físico e acaba esquecendo dos aspectos psicológicos, que devem ser considerados durante toda cena.
Sub-space é muito parecido com um transe hipnótico, onde a pessoa consegue mentalmente se separar do ambiente enquanto processa a experiência. Geralmente acontece quando o bottom se aprofunda e foca mais nas sensações físicas da brincadeira, o mundo pode desaparecer restando apenas o bottom, o Top e o que está acontecendo.
A sensação dupla de prazer e dor gera uma resposta do sistema nervoso simpático, que causa a liberação de epinefrina das glândulas suprarrenais e uma descarga de endorfinas e encefalinas. Essa mistura de químicos tem um efeito parecido de drogas como a morfina, gerando um tipo de anestésico natural aumentando a tolerância de dor do bottom induzindo um estado de euforia e algo relatado como experiência “fora do corpo”.
Esse estado mental pode durar horas ou dias, alguns ficam com aquele brilho durante semanas.
Embora pareça muito atraente o Sub-space cria um estado mental que impede o pensamento racional e afeta a capacidade de tomar decisões, é um estado que precisa ser monitorado constantemente tanto física como mentalmente para garantir a segurança do bottom envolvido. Então por mais que pareça atrativo o Top tem que se manter alerta e saber quando diminuir o ritmo e parar a cena. Muitos bottoms, quando em profundo estado de Sub-space perdem a noção dos limites próprios e acabam colocando a própria segurança em risco, pedindo por mais e insistindo na continuidade da cena, nas mãos de um Top inexperiente ou sem entendimento dos perigos do Sub-Space pode ser algo extremamente perigoso para o bottom.
Trecho extraído do blog Cantinho da Eve:
https://www.cantinhodaeve.wordpress.com/2013/05/02/sub-space-sub-drop-e-sub-burnout/
Acho legal relatar um evento sub-space que já aconteceu comigo. Na verdade, eu conhecia o termo porém nunca atentei para o significado que ele tem. O Dono comentou comigo sobre, e aí tive aquele estalo que já tinha acontecido comigo. Conversando com outr*s subs, vi que isso é muito comum. Mas vamos aos fatos:
Em uma certa sessão, o Dono estava mais sádico e eu estava mais masoquista. Eu tenho ciclos de receptividade à dor. É como se fosse um tesão da dor. Nem sempre quero, mas em geral eu preciso e necessito de dor.
Nessa sessão em especial, o Dono deu uma pegada mais forte. Lembro dos impactos e de fazer aquele "ai", mas estava diferente das outras vezes que recebia o spanking. O "ai" nem era tanto pela dor em si. E o Dono é um homem controlado, está atento aos meus limites. Quando a cena terminou, lembro que ele me perguntou se eu estava sentindo dor, e eu realmente não estava. Lembro da vontade de querer pedir mais, porém sempre me controlo quando estou em sessão. Então fiquei quietinha aproveitando as sensações. Quando tudo terminou e vi o estado da minha bunda no espelho, confesso que levei um sustinho de leve, nunca havia ficado daquele jeito. E depois veio aquela sensação alegre.
Quando enfim cheguei em casa, estava me sentindo languida, gostosamente leve, minha vontade era me esfregar só nos meus lençóis de plush e fica fazendo "hummmmm". Parecia que eu tinha usado algum narcótico, ou que estava bebada, comido cogumelo mágico, sei lá. Nunca usei nenhuma droga.
Para levantar e ir trabalhar foi realmente difícil pois aquela sensação forte, embora tivesse diminuído um pouco, ainda estava lá. Fiquei uns 2-3 dias nesse estado alterado.
E ficar assim e ter que disfarçar das pessoas é complicado. Em geral elas achavam que eu estava meio grogue. E já consigo identificar que fico mais assim com sessões mais sadomasoquistas. Já faz algum tempinho que não tive sub-space. E eles foram poucos.
Eu sei que todos os excessos são ruins e todo vício faz mal.
No meu ponto de vista, se pudesse ser dosado, não faria mal, porém na dúvida melhor não arriscar. E pelo que conversei com uma sub amiga, isso pode até acontecer com o Dominador de forma diferente, claro, mas é um passo arriscado para sair do SSC. Então temos que estar atentos e sintonizados rs.
Enjoy galerinha porque de perto ninguém é "normal".
Beijos da Pando
É um estado psicológico alterado que é alcançado por um bottom durante uma cena. A grande maioria das pessoas associa o BDSM ao seu aspecto físico e acaba esquecendo dos aspectos psicológicos, que devem ser considerados durante toda cena.
Sub-space é muito parecido com um transe hipnótico, onde a pessoa consegue mentalmente se separar do ambiente enquanto processa a experiência. Geralmente acontece quando o bottom se aprofunda e foca mais nas sensações físicas da brincadeira, o mundo pode desaparecer restando apenas o bottom, o Top e o que está acontecendo.
A sensação dupla de prazer e dor gera uma resposta do sistema nervoso simpático, que causa a liberação de epinefrina das glândulas suprarrenais e uma descarga de endorfinas e encefalinas. Essa mistura de químicos tem um efeito parecido de drogas como a morfina, gerando um tipo de anestésico natural aumentando a tolerância de dor do bottom induzindo um estado de euforia e algo relatado como experiência “fora do corpo”.
Esse estado mental pode durar horas ou dias, alguns ficam com aquele brilho durante semanas.
Embora pareça muito atraente o Sub-space cria um estado mental que impede o pensamento racional e afeta a capacidade de tomar decisões, é um estado que precisa ser monitorado constantemente tanto física como mentalmente para garantir a segurança do bottom envolvido. Então por mais que pareça atrativo o Top tem que se manter alerta e saber quando diminuir o ritmo e parar a cena. Muitos bottoms, quando em profundo estado de Sub-space perdem a noção dos limites próprios e acabam colocando a própria segurança em risco, pedindo por mais e insistindo na continuidade da cena, nas mãos de um Top inexperiente ou sem entendimento dos perigos do Sub-Space pode ser algo extremamente perigoso para o bottom.
Trecho extraído do blog Cantinho da Eve:
https://www.cantinhodaeve.wordpress.com/2013/05/02/sub-space-sub-drop-e-sub-burnout/
Acho legal relatar um evento sub-space que já aconteceu comigo. Na verdade, eu conhecia o termo porém nunca atentei para o significado que ele tem. O Dono comentou comigo sobre, e aí tive aquele estalo que já tinha acontecido comigo. Conversando com outr*s subs, vi que isso é muito comum. Mas vamos aos fatos:
Em uma certa sessão, o Dono estava mais sádico e eu estava mais masoquista. Eu tenho ciclos de receptividade à dor. É como se fosse um tesão da dor. Nem sempre quero, mas em geral eu preciso e necessito de dor.
Nessa sessão em especial, o Dono deu uma pegada mais forte. Lembro dos impactos e de fazer aquele "ai", mas estava diferente das outras vezes que recebia o spanking. O "ai" nem era tanto pela dor em si. E o Dono é um homem controlado, está atento aos meus limites. Quando a cena terminou, lembro que ele me perguntou se eu estava sentindo dor, e eu realmente não estava. Lembro da vontade de querer pedir mais, porém sempre me controlo quando estou em sessão. Então fiquei quietinha aproveitando as sensações. Quando tudo terminou e vi o estado da minha bunda no espelho, confesso que levei um sustinho de leve, nunca havia ficado daquele jeito. E depois veio aquela sensação alegre.
Quando enfim cheguei em casa, estava me sentindo languida, gostosamente leve, minha vontade era me esfregar só nos meus lençóis de plush e fica fazendo "hummmmm". Parecia que eu tinha usado algum narcótico, ou que estava bebada, comido cogumelo mágico, sei lá. Nunca usei nenhuma droga.
Para levantar e ir trabalhar foi realmente difícil pois aquela sensação forte, embora tivesse diminuído um pouco, ainda estava lá. Fiquei uns 2-3 dias nesse estado alterado.
E ficar assim e ter que disfarçar das pessoas é complicado. Em geral elas achavam que eu estava meio grogue. E já consigo identificar que fico mais assim com sessões mais sadomasoquistas. Já faz algum tempinho que não tive sub-space. E eles foram poucos.
Eu sei que todos os excessos são ruins e todo vício faz mal.
No meu ponto de vista, se pudesse ser dosado, não faria mal, porém na dúvida melhor não arriscar. E pelo que conversei com uma sub amiga, isso pode até acontecer com o Dominador de forma diferente, claro, mas é um passo arriscado para sair do SSC. Então temos que estar atentos e sintonizados rs.
Enjoy galerinha porque de perto ninguém é "normal".
Beijos da Pando
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Guittar fellings
Eu me considero uma pessoal bem musical, já disse que sou bem eclética!
E se tem algum instrumento que eu gosto é a guitarra.
Tem gente que toca tão bem que eu me sinto desfazer, quase um orgasmo sonoro, vontade de transar rsrsrs pervertida !
Aqui vai alguns que ouvi ontem. Não são solos, mas a guitarra canta e eu adoro isso !
E se tem algum instrumento que eu gosto é a guitarra.
Tem gente que toca tão bem que eu me sinto desfazer, quase um orgasmo sonoro, vontade de transar rsrsrs pervertida !
Aqui vai alguns que ouvi ontem. Não são solos, mas a guitarra canta e eu adoro isso !
Essa do Kings of Leon me deixa louca ! Amo rock com essa pegada! E adoro essa letra.
Amo a Rihanna nessa música. Dá vontade de me esfregar com ela!
The beeeeeeeeeeeest of you! Essa é clássica !
Último e e não menos importante. Sou fã deles. Jared Letto é meu marido nas horas vagas. Mas prefiro ele com os cabelos longos. Ai minha nossa senhora dos homens bonitos. Pra quem eu rezo por um homem desse... Foca na música rs
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Polirelacionamentos
De uns tempos para cá, tenho me envolvido com muitas pessoas. Não tenho tanto tempo para escrever aqui, então fico acumulando.
Acho que eu nunca vivi assim. Ainda que alguns seja mais sério do que outros, nunca tinha vivido esse 'compromisso' com muitas pessoas.
De uns dias para cá, senti que estava meio perdida nas minhas vontades. Tem a Gata e ainda tem o Tarado, me relaciono com ela e com os dois ao mesmo tempo, tinha o P.A. que era um quase namorado (agora não estamos mais juntos), tem um baunilha (que tá mexendo com a minha cabeça, relativamente), tem uma amiguinha esporádica que de vez em quando ficamos porém mantemos contato, o Dono nem precisa contar!
Melhor nem comentar dos casinhos de "não sei teu nome, só quero te dar".
Quem eu tinha mais contato era o casal e o PA. A Gata me vê mais de duas vezes por semana certas vezes.
Enfim. Ainda bem que eu não sou de confundir nomes.
Eu comecei a usar o Tinder, para ver se eu achava um novo PA, aquilo ali é coisa do demônio. Kkkkkkkkkkkkk
Meninos, meninas e casais. Ah tem até pessoas do Bdsm lá. Tem gente pagando, tem gente dando de graça.
Eu já falei com uma multidão. Não abordei ninguém.
Em especial, 3 pessoas gostaria de frisar.
O Designer e o Casal do Namoro.
O perfil do Designer me chamou atenção. Bonito, cabelos compridos, branco, gosta de cozinhar (como eu), gosto de filmes, é gostoso conversar com ele, soube fazer uma ótima leitura sobre mim. Enfim tem mais atributos, mas não vou descrever todos. Ele me lembra até o Dono, de certa forma. Mas não tive coragem de falar sobre Bdsm com ele. Nem sei se quero falar sobre isso.
E o casal. Loira selvagem e Brabo, casal bem sucedido que está buscando uma namorada para relacionamento sério, digo sério mesmo. Compartilhar momentos, problemas e felicidades etc. E não se assustaram quando eu disse que era sub/masoca e que tinha Dono. Até se disponibilizaram a fazer minhas vontades. Ou que se eu encontrasse o Dono de vez em quando, mas que não deixasse de estar com eles nos momentos que são importantes para eles. (A Gata ainda se incomoda com as marcas e com o que eu faço nas sessões, fica com pena)
Os dois meio que mexeram comigo.
Eu aproveitei esse fim de semana que viajei, para me colocar no meu lugar. Eu fiquei tentada com as duas propostas de forma igual. Primeiro a de namorar um casal, meio que me faz lembrar a "poligamia" do Bdsm(que eu estou aprendendo que é muito mais complexam do que parece) que me anima só de pensar. Sem trocadilhos. Eu acho que a maioria dos seres humanos não nasceram para ser monogâmicos. E faz se tanto barulho por conta de uma terceira pessoal, maior besteira! E poder viver isso deve ser, hum, não sei. Não tenho medo.
E o outro, é exatamente do jeito que eu gosto. E tá aberto para o que rolar. Nem quero falar muito dele.
Apesar das propostas parecerem tentadoras, não é nada disso que eu estou buscando. E não quero acabar envolvida com um ou com outro, e depois explicar um monte de mau entendido.
Eu sei exatamente o que eu não quero.
O casal eu vou ter que dispensar. Embora meio não querendo isso.
O Designer, não sei, estou envolvida. Ele daria um perfeito quase namorado. Mas não é do Bdsm e já tenho Dono. E ainda tem a Gata que não sabe dessa farra toda.
A verdade é que certas horas eu estou tão cheia que não quero saber de ninguém. Ninguém!
Aff
Eu criei um cronograma rs.
Tomara que funcione.
Acho que eu nunca vivi assim. Ainda que alguns seja mais sério do que outros, nunca tinha vivido esse 'compromisso' com muitas pessoas.
De uns dias para cá, senti que estava meio perdida nas minhas vontades. Tem a Gata e ainda tem o Tarado, me relaciono com ela e com os dois ao mesmo tempo, tinha o P.A. que era um quase namorado (agora não estamos mais juntos), tem um baunilha (que tá mexendo com a minha cabeça, relativamente), tem uma amiguinha esporádica que de vez em quando ficamos porém mantemos contato, o Dono nem precisa contar!
Melhor nem comentar dos casinhos de "não sei teu nome, só quero te dar".
Quem eu tinha mais contato era o casal e o PA. A Gata me vê mais de duas vezes por semana certas vezes.
Enfim. Ainda bem que eu não sou de confundir nomes.
Eu comecei a usar o Tinder, para ver se eu achava um novo PA, aquilo ali é coisa do demônio. Kkkkkkkkkkkkk
Meninos, meninas e casais. Ah tem até pessoas do Bdsm lá. Tem gente pagando, tem gente dando de graça.
Eu já falei com uma multidão. Não abordei ninguém.
Em especial, 3 pessoas gostaria de frisar.
O Designer e o Casal do Namoro.
O perfil do Designer me chamou atenção. Bonito, cabelos compridos, branco, gosta de cozinhar (como eu), gosto de filmes, é gostoso conversar com ele, soube fazer uma ótima leitura sobre mim. Enfim tem mais atributos, mas não vou descrever todos. Ele me lembra até o Dono, de certa forma. Mas não tive coragem de falar sobre Bdsm com ele. Nem sei se quero falar sobre isso.
E o casal. Loira selvagem e Brabo, casal bem sucedido que está buscando uma namorada para relacionamento sério, digo sério mesmo. Compartilhar momentos, problemas e felicidades etc. E não se assustaram quando eu disse que era sub/masoca e que tinha Dono. Até se disponibilizaram a fazer minhas vontades. Ou que se eu encontrasse o Dono de vez em quando, mas que não deixasse de estar com eles nos momentos que são importantes para eles. (A Gata ainda se incomoda com as marcas e com o que eu faço nas sessões, fica com pena)
Os dois meio que mexeram comigo.
Eu aproveitei esse fim de semana que viajei, para me colocar no meu lugar. Eu fiquei tentada com as duas propostas de forma igual. Primeiro a de namorar um casal, meio que me faz lembrar a "poligamia" do Bdsm(que eu estou aprendendo que é muito mais complexam do que parece) que me anima só de pensar. Sem trocadilhos. Eu acho que a maioria dos seres humanos não nasceram para ser monogâmicos. E faz se tanto barulho por conta de uma terceira pessoal, maior besteira! E poder viver isso deve ser, hum, não sei. Não tenho medo.
E o outro, é exatamente do jeito que eu gosto. E tá aberto para o que rolar. Nem quero falar muito dele.
Apesar das propostas parecerem tentadoras, não é nada disso que eu estou buscando. E não quero acabar envolvida com um ou com outro, e depois explicar um monte de mau entendido.
Eu sei exatamente o que eu não quero.
O casal eu vou ter que dispensar. Embora meio não querendo isso.
O Designer, não sei, estou envolvida. Ele daria um perfeito quase namorado. Mas não é do Bdsm e já tenho Dono. E ainda tem a Gata que não sabe dessa farra toda.
A verdade é que certas horas eu estou tão cheia que não quero saber de ninguém. Ninguém!
Aff
Eu criei um cronograma rs.
Tomara que funcione.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Lembranças e Desejos (3) - Loucuras no shopping
Estou num relacionamento fixo e muito gostoso com a Gata, minha namoradinha 😍.
Conversando com ela na praça de um shopping, tive um deja vù.
Há alguns anos atrás, no mesmo shopping, estava passeando com a minha ex namorada Gabi, moreninha linda de cabelos lisos e franjinha, rockeirinha fofa.
Eu sempre fui safada, só que 'controlada'. Estava conversando com ela na praça e me bateu um tesão louco.
- Gabi, quero te comer.
- O que amor, agora?
- Agora, cê topa fazer uma loucura comigo?
- É o que mais quero, quero te comer também.
Tinha um banheiro perto, super movimentado.
Não sei se alguém notou, nós duas entramos no mesmo cubículo e começamos a tirar a roupa uma da outra. Eu subi no vaso e fiquei de pé, apoiei uma perna no ombro dela e gozei, foi tããooo bom.
Depois mandei ela ficar de costas e fiquei de joelhos para retribuir rs.
A gente se chupou, se comeu, ficamos lá.
Acredito que a faxineira do banheiro se 'ligou' que estava acontecendo algo. Ela viu a gente entrar e sair *kkkkkkk*
Mas a gente era tão cúmplice. Tão ligadas uma a outra.
Conversei com a gata. Contei a ela sobre a lembrança. Ela me levou no vestuário de uma loja. Kkkkkkkkk adoro essa menina.
Gata, não sei se você vai ler isso. Mas pessoas vem e vão nas nossas vidas. O que importa é o que deixamos de especial. Obrigada por estar comigo. Que seja eterno enquanto dure!
Masoquista
Hoje eu acordei numa vibe bastante masoquista. Essencialmente hoje o que mais me daria prazer é sentir dor.
Eu não estou me sentindo triste. Muito pelo contrário. Cheguei de um fim de semana maravilhoso, o clima no trabalho e em casa está ótimo.
Minha buceta molha só na possibilidade de uma sessão mais focada nisso.
Imobilizada.
Queria ser mordida. Mordida no seios até ficar 'machucado' e sensível. Mordida nas coxas para ficar dolorido e com hematomas. Como se arrancasse um pedaço.
Queria tapa na cara, chorar de verdade, tapa de mão grande e pesada! Chorar até sentir falta de ar.
E que pegasse aquela chibata e batesse sem dó. Espancar. Meu bumbum ficaria roxo, rosa e vermelho. Muito, mais do que já ficou. E que não ficasse só aí, que batesse e passasse por minhas costas, meus braços, aonde mais pudesse. E depois sentir o peso da sua mão enquanto estou atravessada no seu colo. Até eu pedir para parar, mas realmente não querendo isso. Eu sei a palavra de segurança.
Cabelos puxados até doer enquanto me fode.
Me fode com raiva, me sodomiza, me agoniza, mas me faz sentir dor.
Meu corpo todo dolorido de costas judiada submetida. Quero chorar, gritar e gozar com dor.
Depois goza no meu rosto.
E me deixa num canto desfrutando dessa sensação.
Parece loucura né? Para mim parece ser delicioso no momento. E queria poder me ver tão vunerável assim. Tão submetida.
Tem que envolver segurança emocional para isso. Tem que envolver cumplicidade. E muita sanidade rs
Ah o bdsm.. ele é fantástico!
Eu não estou me sentindo triste. Muito pelo contrário. Cheguei de um fim de semana maravilhoso, o clima no trabalho e em casa está ótimo.
Minha buceta molha só na possibilidade de uma sessão mais focada nisso.
Imobilizada.
Queria ser mordida. Mordida no seios até ficar 'machucado' e sensível. Mordida nas coxas para ficar dolorido e com hematomas. Como se arrancasse um pedaço.
Queria tapa na cara, chorar de verdade, tapa de mão grande e pesada! Chorar até sentir falta de ar.
E que pegasse aquela chibata e batesse sem dó. Espancar. Meu bumbum ficaria roxo, rosa e vermelho. Muito, mais do que já ficou. E que não ficasse só aí, que batesse e passasse por minhas costas, meus braços, aonde mais pudesse. E depois sentir o peso da sua mão enquanto estou atravessada no seu colo. Até eu pedir para parar, mas realmente não querendo isso. Eu sei a palavra de segurança.
Cabelos puxados até doer enquanto me fode.
Me fode com raiva, me sodomiza, me agoniza, mas me faz sentir dor.
Meu corpo todo dolorido de costas judiada submetida. Quero chorar, gritar e gozar com dor.
Depois goza no meu rosto.
E me deixa num canto desfrutando dessa sensação.
Parece loucura né? Para mim parece ser delicioso no momento. E queria poder me ver tão vunerável assim. Tão submetida.
Tem que envolver segurança emocional para isso. Tem que envolver cumplicidade. E muita sanidade rs
Ah o bdsm.. ele é fantástico!
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quinta-feira, 22 de setembro de 2016
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Desejo na madrugada
São 03:17 am.
Eu acordei de um sonho com o Dono.
Era melhor não ter acordado, to cheia de desejo.
Ontem, no trabalho, teu cheiro me pegou desprevenida. Não tinha ninguém por perto.
Esse homem me deixa me louca.
Às vezes eu odeio isso.
Eu acordei de um sonho com o Dono.
Era melhor não ter acordado, to cheia de desejo.
Ontem, no trabalho, teu cheiro me pegou desprevenida. Não tinha ninguém por perto.
Esse homem me deixa me louca.
Às vezes eu odeio isso.
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