terça-feira, 11 de junho de 2019

A história da tatuagem

A história da tatuagem

Mexer aqui, pra mim, é um tanto delicado. Eu guardo algumas anotações e lembranças e sensações muito fortes. É difícil pra mim não me emocionar. Quase exclui esse endereço mas quero tentar mais uma vez buscar prazer em algo que costumava gostar: escrever.
Então vou contar a história da tatuagem.
Uma das práticas que gostaria de ter feito, se O Dono quisesse (não qualquer um, ele), era branding. Já tinha dito que ele poderia fazer as quisesss. Mas ele não era essencialmente sádico então não era algo que ele estava almejando. 
Eu curtia muito a idéia de levar a marca de alguém, igual gado, que fosse importante o suficiente para isso. Está ligado ao fato de ser marcada como propriedade,e amo marcas bem feitas de um modo geral. 
Seguindo essa vibe, surgiu a idéia da tatuagem. Eu já queria fazer uma tattoo que representasse o BDSM. E me decidi por tatuar meu nick que é algo que tinha certeza que não me arrependeria. Mas em homenagem a ele, queria que fosse a letra dele, afinal foi ele que me ajudou a me descobrir.
Então pedi várias vezes pra ele escrever o meu nick com a letra dele, mas em nenhuma das vezes deu certo!
A letra dele é horrível e não deu certo a surpresa kkkkkkkk
Escolhi uma letra assimétrica que tivesse certa beleza fazendo alusão a letra dele que é torta. Então surgiu ela... 


Confesso que me apaixonei a primeira vista e tinha certeza que independente do futuro, essa marca eu nunca iria me arrepender. Simboliza tudo de bom que aconteceu em todo esse tempo de descoberta da Pandora. E espero que ele não se esqueça que tudo tem a ver com ele! E sou muito feliz por tudo vivido.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Um até mais, talvez.

Eu vi minha amiga passar por um término.
Vi o esforço que ela fazia pra superar o término da D/s que ela identificou que não estava mais fazendo bem a ela, de modos que eu não entendia.
Depois vi ela pouco tempo depois entrando em uma nova D/s, que foi tudo muito rápido. Aparentemente.
Pouco tempo depois vi de novo ela se declarar pro primeiro dono e dizendo que sempre seria dele, mesmo que já não portase a coleira.
E depois ela sumiu.

Às vezes é complicado administrar os próprios sentimentos nesses relacionamentos. Abrir mão do controle de certas coisas é um exercício. E sentir que a relação é recíproca é mais complicado ainda.
É um tanto complexo saber o como você tem poder sobre o outro sentimentalmente.
Tenho me perguntado se esse é o motivo de drops e burnouts.
É meio como se tudo o que você acredita que foi real, ou até que seja, aconteceu só para você e ou que você entendeu muita coisa ou quase tudo errado sobre seu relacionamento.

Receita para dar merda.

Fica aquela nostalgia, o início do relacionamento, muito gostoso... porque acabou mesmo? Foi por causa da irmã de coleira? Ou será que é por causa dos quilos a mais? Será que ficou entediante e previsível? Porque acabou o tesão? Porque fiquei obsoleta?
Se ainda existe tanto mais tanto desejo em mim? (E uma das grandes perguntas que todas que passam por isso fazem)

Bom, cada um lida com sua própria forma de tentar superar ou de seguir em frente.
Outros dão um tempo, outros tentam novas relações.

O BDSM é muito bom para quem sabe usar, mas é dor latejante para alguns.
Independente de tudo, a coisa toda esta em seguir em frente.
Manter a fé e seguir em frente.
Ter coragem e ser gentil! É difícil quando você se decepciona. Mas vale a pena!

Enfim não sei porque escrevi isso, a intenção era explicar o hiato do blog.

Eu não tenho mais vivido o BDSM, como eu gostaria. E também não tenho nada a acrescentar nesse tempo em que estou. Infelizmente nem tudo são rosas.
Mas aqui deixo as boas lembranças. Então deixo aqui o meu até mais, talvez...
Boa sorte a todos!

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Use-me (Eros)

E mais uma vez eu desfruto dessa languidez gostosa que habita meu corpo. Enquanto um sorriso paira na minha boca, enquanto eu desfruto dos lençóis de seda sob meu corpo satisfeito e dolorido, eu fecho meus olhos e lembro.

Lembro de momentos atrás e revivo eles novamente...

Toda vez que eu me preparo para ir servi-lo, a sensação do estômago revirado é companheira. Não consigo colocar nada pra dentro sem sentir esse nervosismo.
Eu tomo meu banho, passo meu hidratante, escolho uma lingerie, sempre pensando se vai agradar a ele.
Lá vem o nervosismo...
O que fazer pra agradar esse homem?
Eu respiro fundo e atravesso um longo, longo caminho até chegar ao nosso local de encontro...
Fecho os meus olhos ao chegar na porta como fiz das últimas vezes, afinal, eu novamente não irei vê-lo.
E ouço o "oi" naquela voz gostosa e tento não cair ao sentir fraquejar minhas pernas.
Eu lembro do toque da mão dele na minha.
Ele me leva direto, e percebo que não vou ter meu momento de preparo pré sessão.

Ah não... Naquele momento já sei que não vou colocar a lingerie que eu trouxe na bolsa.

Eu relembro que sem falar nada, ele me guia até o local que ele escolheu, tira toda minha roupa e me coloca de joelhos.
Sinto ele amarrar a venda em meus olhos e passar a mão suavemente por meu pescoço, o que faz arrepiar o resto do meu corpo.
Ouço o barulho da coleira sendo fechada no meu pescoço então e uma ordem ressoa pelo ambiente tranquilo:

- Abre a boca!

Eu faço já sabendo o que era pra fazer...
Começo a chupar o pau dele, e me controlo um pouco para não ir rápido demais. Adoro aquele gosto de pré gozo, aliás amo o gosto da porra dele e já fico na ansiedade de fazer ele gozar na minha boca...
Até que eu sinto a primeira varada na minha bunda... E eu soltei um "ai" engasgado com o pau na boca.
Continuo a chupar, agora com mais gosto e me sinto difícil de controlar com duas sensações atacando com força meu corpo. Ele continua me espancando com a vara e eu tento falhamente ficar quieta. Ele percebe, então puxa meu rosto e dá o primeiro tapa na minha cara. E vem um segundo, um terceiro, um quarto e um quinto. Algumas lágrimas caem mesmo assim eu não me sinto mal, muito ao contrário.
Eu sinto um prazer difícil de descrever nesse momento, enquanto estou pagando um boquete, e essa sensação da vara, que tenho quase certeza que é a de bambu, batendo no mesmo lugar me faz perder a linha de pensamentos...
Que prazer! Tento fricção entre minhas pernas buscando dar algum alívio na minha buceta...
Quando eu começo a pensar em pedir para ele me comer por favor. Ele me puxa pelo cabelo e me põe apoiada com as mãos no que eu julgo ser a cama...
Eu sinto ele se posicionar atrás de mim e ele pincela o pau na entrada da minha buceta quente dolorida pra receber as estocadas do pau dele.
Até que entrou tudo e ele começa o soca soca do pau dele na minha buceta.
Aquele vai e vem, vai mexendo com todo meu auto controle e perco o ritmo de respiração enquanto eu sinto o meu útero contrair loucamente a minha buceta apertando o pau dele em mim...
Aíiiiii eu vou gozar, eu preciso!!! 
E naquele fode fode gostoso, eu gozei.
Ele sabia que eu adorava o gosto da porra dele (e talvez por isso) e eu estava ali pra ser usada então ele se deitou e me fez chupar ele, com gosto até ele gozar e eu beber a porra dele...
E mandou eu continuar chupando ele, o que eu como uma puta obediente continuei fazendo bem alegrinha.
Em algum momento ele mandou parar e me puxou até outro cômodo e me colocou debaixo de uma mesa e falou:

- Pode continuar, vadia.

Era apertado, não dava pra balançar muito o corpo e a cabeça, o que me fez gostar mais ainda da sensação... Ali embaixo sem poder enxergar nada, meio ignorada pelo cara que eu decidi deixar me usar conforme a vontade dele enquanto eu ouvia e sabia que ele estava teclando num computador ou notebook e cantava uma música qualquer, como se fosse indiferente eu estar ali desconfortável e dolorida debaixo de uma mesa enquanto tentava
fazer um boquete descente.
Eu já havia perdido a noção de tempo e minha boca começou a doer de verdade, mas eu não ia pedir pra parar.
Consegui cumprir meu papel de puta...
Ele previamente havia posto uma toalha aonde eu estava encolhida então ele falou pra eu continuar ali mesmo. Eu tentei "deitar" dentro do limite possível.
Eu não sei quanto tempo se passou, mas eu fiquei ali encolhidinha e mesmo em meio ao desconforto, me senti confortável... Me senti na minha pele. Com aquele sorrisinho bad bitch difícil de esconder no rosto que provavelmente estava marcado pelos tapas das mãos pesadas. Curtindo a sensação de corpo dolorido e do calombo na minha bunda.
Então eu pensei no que poderia dizer ou fazer algo mais pra poder agradar esse homem...
Mas resolvi só ficar quieta enquanto ouvia os sons que ele emitia.
Depois de um tempo que parecia uma eternidade, numa quietude do ambiente, ele me guia a sair devagar, de quatro debaixo da mesa.
Me põe de pé e me dá um beijo de amolecer as pernas de novo e eu já me senti aquecer totalmente... Toda sensível ao toque dele.
Como se ele tivesse lido meus pensamentos, ele começar a me masturbar com o dedo, devagar e preciso.
Ele senta e me diz um gostoso: senta no meu pau, minha puta.
E eu sento começando a fricção do vai e vem.
Minha buceta molhando o pau dele. Os pelos dele roçando meu clitóris foram fazer aquele orgasmo crescer em mim.

- Tá querendo gozar vadia? Calminha shiuuu...

- Tá muito bom! Eu quero gozar...

- Você não aguenta ficar quieta com essa buceta né vadia?
Sente meu pau...Shuu, sente meu pau!

E eu estava sentindo. Assim que ele deixou eu gozei e logo mais ele gozou de novo, agora me enchendo de porra..
O cheiro de sexo pairou no ar e eu me senti embriagada, aquela sensação gostosa lambendo cada parte do meu corpo como um fogo que me consome.
Por uns segundos eu me esqueci de mim, de tudo, da vida e aproveitei a sensação.
Eu adorava isso tudo, eu simplesmente gostava de ser usada assim.
Eu sentia que tudo era muito certo pra mim.
Mas nem tudo que é bom dura o tempo todo e chegou a hora de ir embora. Mas eu fui, com porra escorrendo nas minhas pernas, aproveitando esse prazer lânguido pelo meu corpo até este momento, em que estou aqui deitada entre meus lençóis e gozando de novo, pensando nele.